Esteja sempre com Deus em seu coração!

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AMADA MARIA

VAMOS EMANAR LUZ E AMOR A GAIA!!

Imaginem que sozinhos somos uma força que cria e emana luz,mas se somos muitos essa emanação é muito maior! Vamos praticar a Unidade em busca de um Planeta melhor e mandarmos não só uma vibração, mas muitas para Gaia! Junte-se a nós! Para isso ,basta somente entrar no blog como seguidor ou se, você já tem uma conta google ou open id . É somente marcarmos a presença no quadro abaixo ,para sabermos as pessoas que estão emanando luz ,e a quantidade emanada!Siga alguns passos que estaremos disponibilizando abaixo. Mãos unidas e começar a trabalhar. Participe faça um pouquinho pela nossa Gaia e você não imagina o quanto estará fazendo de bem para nosso planeta e para vocês mesmos! jjklj.gif (14146 bytes) AJUDE-NOS A LIMPAR A ATMOSFERA TERRESTRE. Se você enviou amor para Gaia hoje e está ajudando na limpeza da Atmosfera Terrestre, se apresente no Mural abaixo querido irmão/a. OBRIGADO!! :) MÉTODO DE ENVIO DE GAIA AMOR MÉTODO UTILIZADO PELO GRUPO-CÍRCULOS Alexiis NOTA - Vemos, irmãos, a ação a ser tomada com toda a força necessária, diariamente, não importa o tempo agora, porque fechamos os olhos e entramos no mundo da imaginação, um lugar onde não há tempo dimensional, e pode ser mais real do que o físico bem conhecido ... Nós encaramos todos os envolvidos juntos em um círculo, unindo as nossas energias de Luz e Amor do 12 em um, como uma consciência de grupo de nós mesmos e nossos eus superiores,-que já estamos cientes deste cada unidade de energia-este Luz unificada e Amor ... a inalar ... exalar e do nosso coração ... com vista no centro de Gaia ... com esta unificada coração Um sopro ... e depois ... também, uma forma mais dirigida à consciência da humanidade, com a mesma intenção, e, portanto, repetido seis respirações coração de Gaia, e outro seis respirações expandiu-se para a consciência da humanidade. E depois entramos numa meditação livre ... onde todos nós estamos na Nova Terra que já está criado ... vivendo com alegria absoluta que sabemos sobre o nosso grupo, todos os grupos, e toda a humanidade que vibra neste estado de consciência existe lá ... Esta é a base para todas as atividades também na unidade total, é no grupo que é cada um / a, nós visualizamos todos os grupos dentro de um círculo maior ou esfera em equilíbrio total, onde somos um com a mesma intenção de ajudar Gaia e toda a humanidade. CERIMÔNIA dia fazendo - disse, sentindo e sendo o folowing ... 1 .- I, da guarda / na do pilar da minha própria luz, ativo, neste lugar na Terra, a energia da luz, o maior bem de nossa querida Mãe Terra e toda a humanidade. 2 .- I, da guarda / na coluna de meu amor próprio, ativo, neste lugar na Terra, a energia do amor, pois o maior bem de nossa querida Mãe Terra e toda a humanidade. 3 .- I, da guarda / na do pilar da minha própria unidade, ativo, neste lugar na Terra, a energia da unidade para o maior bem de nossa querida Mãe Terra e toda a humanidade. 4 .- I, da guarda / na do pilar da minha própria liberdade, a atividade desta parte da Terra, a energia da liberdade, para o maior bem de nossa querida Mãe Terra e toda a humanidade. 5 .- I, da guarda / na do pilar da minha própria sabedoria, ativo, neste lugar na Terra, a energia da sabedoria, para o maior bem de nossa querida Mãe Terra e toda a humanidade. 6 .- I, da guarda / na do pilar da minha própria felicidade, ativo, neste lugar na Terra, a energia da alegria, para o maior bem de nossa querida Mãe Terra e toda a humanidade. 7 .- I, pilar da guarda / na da minha própria paz, Ativo, nesta parte da Terra, a energia da paz, para o maior bem de nossa querida Mãe Terra e toda a humanidade. 8 .- I, da guarda / na coluna de minha própria vontade, ativo, neste lugar na Terra, a energia de harmonia, pois o maior bem de nossa querida Mãe Terra e toda a humanidade. 9 .- I, pilar da guarda / na da minha própria gratidão, ativo, neste lugar na Terra, a energia da gratidão, pelo bem maior da nossa querida Mãe Terra e toda a humanidade. 10 .- I, pilar da guarda / na da minha própria Verdade, Ativo, nesta parte da Terra, a energia da verdade, pois o maior bem de nossa querida Mãe Terra e toda a humanidade. Nós combinamos as energias dos 10 pilares da IGHLUZ para ativar todas as energias de: Luz, Amor, Unidade, Liberdade, Sabedoria, Alegria, Paz, Harmonia, Gratidão e Verdade, em colaboração com os nossos eus superiores, com todos os Seres de Luz sempre nos ajudando com os Devas e os Elementais desse lugar, e, o Grande Energia Cósmica Universal de Cristo, para o maior bem de nossa querida Mãe Terra e toda a Humanidade Alexiis Blog: http://alexiis-vozdelaluz.blogspot.com
DEARS BROTHERS AND SISTERS!! Each day come and take a few minutes of your attention and emanation of light to Gaia and so we have a stream of people pouring love and light to all mankind and Gaia! Only write in this box and know that every brother participates and the number of people sending their energy for our beloved planet! Kisses in the heart of each brother, lightworker! Gisele Merise

quarta-feira, 12 de outubro de 2011

SÉRIE: A VIDA E OS ENSINAMENTOS DE JESUS – AS APARIÇÕES AOS APÓSTOLOS E AOS OUTROS LÍDERES (72)



Esta série foi extraída do Livro de Urântia. Os 77 capítulos, mais de 700 páginas, que ocupam um terço do livro, dão dia a dia, toda a vida de Jesus Cristo desde sua infância. Dão 16 vezes mais informações sobre a vida e os ensinamentos de Jesus do que a Bíblia. É o relato mais espiritual sobre Jesus até hoje escrito.

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AS APARIÇÕES AOS APÓSTOLOS E AOS OUTROS LÍDERES
O Domingo da Ressurreição foi um dia terrível na vida dos apóstolos; dez deles passaram a maior parte desse dia na sala de cima, com as portas fechadas. Eles poderiam ter saído de Jerusalém, mas receavam ser presos pelos agentes do sinédrio, caso fossem encontrados nas ruas. Tomé, sozinho em Betfagé, remoía-se com os seus problemas. Ele teria feito melhor, se tivesse permanecido com os seus companheiros apóstolos, pois podia tê-los ajudado a dirigir as suas discussões por caminhos mais úteis.
Durante todo o dia, João alimentou a idéia de que Jesus havia realmente ressuscitado dos mortos. Ele lembrou que, em nada menos do que cinco vezes diferentes, o Mestre afirmara que ressuscitaria e que, em pelo menos três vezes, fizera alusão ao terceiro dia. A atitude de João tinha uma influência considerável sobre todos, e especialmente sobre o seu irmão Tiago e sobre Natanael. João os teria influenciado mais, não fosse ele o membro mais jovem do grupo.
O isolamento deles tinha muito a ver com os seus problemas. João Marcos mantinha-os em contato com os acontecimentos no templo e informava-lhes sobre os muitos rumores que eram difundidos na cidade, mas não ocorreu a ele reunir notícias sobre os grupos diferentes de crentes, para os quais Jesus havia já se mostrado. Esse era o tipo de serviço que até então havia sido prestado pelos mensageiros de Davi, mas todos estavam fora, no seu último compromisso de arautos da ressurreição junto àqueles grupos de crentes que moravam longe de Jerusalém. Pela primeira vez, em todos esses anos, os apóstolos compreenderam o quanto dependiam dos mensageiros de Davi para a informação diária, a respeito dos assuntos do Reino.
Como era já típico dele, durante todo o dia, Pedro vacilou emocionalmente, entre a fé e a dúvida, a respeito da ressurreição do Mestre. Pedro não podia esquecer a visão das mortalhas dispostas na tumba, como se o corpo de Jesus houvesse evaporado de dentro delas. “Mas”, raciocinava Pedro, “se ele ressuscitou e se pôde mostrar-se às mulheres, porque não se mostra a nós, seus apóstolos?” Pedro ficava cada vez mais pesaroso, quando pensava que talvez Jesus não tivesse vindo a eles devido à sua presença entre os apóstolos, por ele haver negado a Jesus, naquela noite no pátio de Anás. E Pedro, então, reconfortava-se com as palavras trazidas pelas mulheres: “Ide contar aos meus apóstolos – e a Pedro”. Contudo, encontrar encorajamento nessa mensagem implicava que ele tivesse de acreditar que as mulheres haviam realmente visto e ouvido o Mestre ressuscitado. Assim, Pedro alternou-se entre a fé e a dúvida, durante o dia inteiro, até um pouco depois das oito horas, quando se aventurou a ir até o pátio. Por haver negado ao Mestre, Pedro pensou até em separar-se dos apóstolos para não impedir que Jesus viesse até eles.
Tiago Zebedeu, a princípio, defendia que deviam todos ir até a tumba; era firmemente a favor de fazer algo para ir a fundo no mistério. Foi Natanael que os impediu de ir a público, como queria Tiago, e o fez relembrando-lhes da advertência de Jesus contra colocar em perigo indevidamente as próprias vidas nesses momentos. Por volta do meio-dia, Tiago havia deixado estabelecido, com os outros, que todos aguardariam mantendo-se vigilantes. Pouco falou, pois estava tremendamente desapontado por Jesus não se mostrar a eles, e não sabia das muitas aparições do Mestre aos outros grupos e indivíduos.
André prestou muita atenção a tudo nesse dia. Estava excessivamente perplexo com a situação e se, de dúvidas ele as tinha mais do que as suas próprias, no entanto ao menos desfrutava de um certo sentimento de liberdade em relação às responsabilidades de liderar os seus companheiros apóstolos. Ele estava de fato grato por haver sido liberado pelo Mestre do peso da liderança, antes de cair nesse período de desorientação.
Mais do que uma vez, durante as longas e estafantes horas desse dia trágico, a única influência que dava força ao grupo era a contribuição freqüente do conselho filosófico característico de Natanael. Ele fora realmente a influência controladora sobre os dez, durante todo o dia. Nem por uma vez se exprimiu a si próprio, a respeito de crer ou não crer na ressurreição do Mestre. Mas, à medida que o dia passava, ele ficava cada vez mais inclinado a acreditar que Jesus havia cumprido a sua promessa de ressurreição.
Simão zelote estava demasiadamente oprimido para participar das discussões. A maior parte do tempo ficava reclinado em um estofado, a um canto da sala, com o rosto voltado para a parede; e não havia falado mais do que meia dúzia de vezes durante todo o dia. O conceito que fazia do Reino tinha ido por terra, e ele não podia vislumbrar que a ressurreição do Mestre poderia mudar substancialmente a situação. O seu desapontamento era pessoal por demais e ao mesmo tempo demasiadamente agudo para conseguir recuperar-se logo, mesmo diante de um fato tão estupendo quanto a ressurreição.
Ainda que pareça estranho, Filipe, que geralmente expressava-se pouco, falou muito durante a tarde desse dia. Pouco disse pela manhã, mas durante toda a tarde fez perguntas aos outros apóstolos. Pedro sempre ficava irritado com as perguntas de Filipe, mas os outros as encaravam com bom humor. Filipe estava particularmente desejoso de saber, no caso de Jesus haver realmente saído da tumba, se o seu corpo traria as marcas físicas da crucificação.
Mateus estava bastante confuso; escutava as discussões dos seus companheiros, mas passava a maior parte do tempo repassando mentalmente o problema futuro das finanças deles. À parte a suposta ressurreição de Jesus, Judas fora embora; Davi, sem a menor cerimônia, havia passado a ele os fundos e todos pemaneciam sem um líder com autoridade. E antes de chegar a considerar seriamente os argumentos dos demais sobre a ressurreição, Mateus havia já visto o Mestre face a face.
Os gêmeos Alfeus participavam pouco dessas discussões sérias; estavam bastante ocupados com as suas ministrações costumeiras. Um deles expressou a atitude de ambos quando disse, em resposta a uma pergunta feita por Filipe: “Nós não compreendemos a ressurreição, mas a nossa mãe nos diz que falou com o Mestre, e nós acreditamos nela”.
Tomé estava em meio a um dos seus típicos ataques de depressão desesperada. Dormira uma parte do dia e caminhou pelas colinas no resto do tempo. Sentia uma grande necessidade de unir-se aos seus amigos apóstolos, mas o desejo de ficar só era mais forte.
O Mestre retardou a sua primeira aparição moroncial aos apóstolos por várias razões. Primeira: queria que eles tivessem tempo, depois de terem ouvido sobre a sua ressurreição, de pensar bem sobre o que ele lhes dissera sobre a sua morte e sobre a ressurreição quando ainda estava com eles na carne. O Mestre queria que Pedro vencesse algumas das dificuldades que lhe eram peculiares, antes de manifestar-se a todos eles. Em segundo lugar, desejava que Tomé estivesse com eles no momento da sua primeira aparição. João Marcos localizou Tomé na casa do irmão de Simão em Betfagé, nesse domingo pela manhã, trazendo uma informação sobre isso aos apóstolos, por volta das onze horas. A qualquer hora durante esse dia, Tomé teria voltado até eles, se Natanael ou quaisquer dois outros apóstolos tivessem ido buscá-lo. Ele realmente queria retornar, mas tendo saído como o fez, na noite anterior, era orgulhoso demais para voltar tão cedo por sua própria conta. No dia seguinte, tão deprimido ele encontrava-se que demoraria cerca de uma semana para tomar a decisão de retornar. Os apóstolos esperavam por ele, e ele desejava que os seus irmãos o procurassem e lhe pedissem para voltar. Tomé, assim, permaneceu longe dos seus companheiros até o próximo sábado à noite, quando, depois que caiu a noite, Pedro e João foram a Betfagé e o trouxeram de volta. E essa também era uma razão pela qual eles não foram imediatamente para a Galiléia, depois que Jesus apareceu pela primeira vez para eles; eles não iriam sem Tomé.
1. A APARIÇÃO A PEDRO
Eram quase oito e meia da noite desse domingo quando Jesus apareceu para Simão Pedro no jardim da casa de Marcos. Essa foi a sua oitava manifestação moroncial. Pedro estivera vivendo sob uma pesada carga de dúvida e de culpa, desde que havia negado o Mestre. Durante todo o dia de sábado e nesse domingo, ele lutou contra o medo de que talvez não fosse mais um apóstolo. Tremia de horror pela sorte de Judas e chegou mesmo a pensar que também ele próprio havia traído o seu Mestre. Durante toda essa tarde ele pensou que poderia ser a sua presença junto aos apóstolos que estivesse impedindo Jesus de aparecer para eles, desde, claro está, que ele tivesse ressuscitado dos mortos. E foi para Pedro, em tal estado mental e de alma, que Jesus apareceu enquanto o apóstolo deprimido perambulava entre as flores e os arbustos.
Pedro pensou no olhar amoroso do Mestre ao passar pelo portal de Anás, e enquanto remoía na sua mente aquela mensagem maravilhosa que foi trazida para ele logo cedo naquela manhã, pelas mulheres que vieram da tumba vazia: “Ide contar aos meus apóstolos – e a Pedro” –, assim, passando a contemplar essas demonstrações de misericórdia, a sua fé começou a superar as suas dúvidas, e ele permaneceu quieto, cerrando os punhos, e dizendo em voz alta: “Acredito que ele tenha ressuscitado dos mortos; irei dizer isto aos meus irmãos”. E, ao dizer isso, subitamente apareceu em frente dele a forma de um homem, que dirigiu-se a ele em um tom familiar, dizendo:“Pedro, o inimigo desejou levar-te, mas eu não desistiria de ti. Eu sabia que não era de coração que tu me havias negado; e, portanto, eu o perdoei antes mesmo de me pedires; mas agora tu deves parar de pensar em ti próprio e nas complicações do momento, enquanto te preparas para levar as boas-novas do evangelho para aqueles que estão na escuridão. Não deves mais ficar preocupado com o que possas obter do Reino, mas deves antes te empenhar naquilo que podes dar àqueles que vivem em extremada miséria espiritual. Prepara-te, Simão, portanto, para a batalha de um novo dia, para a luta contra as trevas espirituais e as dúvidas malignas das mentes naturais dos homens”.
Pedro e o Jesus moroncial caminharam pelo jardim e conversaram sobre coisas do passado, do presente e do futuro, por quase cinco minutos. Então o Mestre desapareceu da vista dele, dizendo: “Adeus, Pedro; até que eu te veja junto com os teus irmãos”.
Por um momento, Pedro foi vencido pela compreensão de que havia falado com o Mestre ressuscitado, e que poderia estar certo de que era ainda um embaixador do Reino. Havia acabado de ouvir o Mestre glorificado exortando-o a ir pregar o evangelho. E, com tudo isso dentro do seu coração, correu até a sala de cima e, ante a presença dos seus companheiros apóstolos, em uma excitação resfolegante, exclamou: “Eu vi o Mestre; ele esteve no jardim. Falei com ele e ele perdoou-me”.
A declaração de Pedro, de que ele havia visto Jesus no jardim, causou uma profunda impressão nos seus companheiros apóstolos, e eles estavam já quase prontos para acabar com as suas dúvidas quando André levantou-se e os advertiu para que não se deixassem influenciar muito pelo relato do seu irmão. André sugeriu que Pedro já houvera antes visto coisas que não eram reais. E, ainda que André não tivesse feito alusão direta à visão da noite no mar da Galiléia, em que Pedro dizia ter visto o Mestre vindo para eles, caminhando sobre as águas, ainda assim disse o suficiente para fazer todos os presentes entenderem que tinha em mente esse incidente. Simão Pedro ficou muito magoado com a insinuação do seu irmão e imediatamente caiu em um silêncio ressentido. Os gêmeos ficaram condoídos por Pedro, e ambos aproximaram-se para expressar a sua compaixão, e dizer que acreditavam nele, e para reafirmar que a própria mãe deles também havia visto o Mestre.
2. A PRIMEIRA APARICÃO AOS APÓSTOLOS
Pouco depois das nove horas, naquela noite, depois da partida de Cleofas e Jacó, enquanto os gêmeos Alfeus confortavam Pedro, e Natanael queixava-se de André, e quando os dez apóstolos encontravam ainda reunidos, na sala de cima, com todas as portas fechadas com o ferrolho, por medo de serem presos, o Mestre, na forma moroncial, subitamente apareceu em meio a eles, dizendo: “Que a paz esteja convosco. Por que ficais tão amedrontados, quando eu apareço, como se tivésseis visto um espírito? Eu não vos disse sobre essas coisas quando estava presente entre vós, na carne? Não vos disse que os sumos sacerdotes e os governantes me entregariam para ser morto, que um de vós me trairia e que, no terceiro dia, me ressuscitaria? De onde, pois, vêm todas as vossas dúvidas e para que toda essa discussão sobre os relatos das mulheres, de Cleofas e de Jacó, e mesmo de Pedro? Por quanto tempo ireis duvidar das minhas palavras e recusar a acreditar nas minhas promessas? E, agora, que de fato me estais vendo, acreditareis? Mesmo agora, um de vós está ausente. Quando estiverdes juntos novamente e depois que todos souberem, com certeza, que o Filho do Homem ressuscitou da tumba, ide então até a Galiléia. Tenhais fé em Deus; tenhais fé uns nos outros e assim entrareis no novo serviço do Reino do céu. Eu permanecerei em Jerusalém convosco até que estejais prontos para ir à Galiléia. Deixo a minha paz convosco”.
Depois de haver-lhes falado, o Jesus moroncial desapareceu, instantaneamente, da vista deles. E todos caíram com os rostos no chão, louvando a Deus e venerando o Mestre, que havia desaparecido. Essa foi a nona aparição moroncial do Mestre.

3. COM AS CRIATURAS MORONCIAIS
O dia seguinte, segunda-feira, foi passado totalmente com as criaturas moronciais, então presentes em Urântia. Como participantes da experiência de transição-moroncial do Mestre, mais de um milhão de diretores moronciais e colaboradores haviam vindo para Urântia, junto com mortais de transição de várias ordens dos sete mundos das mansões de Satânia. O Jesus moroncial permaneceu com essas inteligências esplêndidas por quarenta dias. E deu-lhes ensinamentos e aprendeu dos seus diretores sobre a vida de transição moroncial, tal como é vivida pelos mortais dos mundos habitados de Satânia, enquanto passam pelas esferas moronciais do sistema.
Por volta da meia-noite, nessa segunda-feira, a forma moroncial do Mestre estava ajustada para a transição até o segundo estágio de progressão moroncial. Quando voltou a aparecer para os seus filhos mortais na Terra, o fez como um ser moroncial já do segundo estágio. Quanto mais o Mestre progredia na carreira moroncial, mais difícil ficava, tecnicamente, para as inteligências moronciais e os seus colaboradores transformadores, fazer com que o Mestre ficasse visível diante dos olhos mortais e materiais.
Jesus fez o trânsito para o terceiro estágio moroncial na sexta-feira, 14 de abril; para o quarto estágio na segunda, 17 de abril; para o quinto estágio no sábado, 22 de abril; para o sexto estágio na quinta-feira, 27 de abril; para o sétimo estágio na terça-feira, 2 de maio; para a cidadania de Jerusém no domingo, 7 de maio; e dirigiu-se para o abraço dos Altíssimos de Edêntia no domingo, 14 de maio.
Michael de Nébadon, desse modo, completou o seu serviço de experiência no universo, pois nas suas auto-outorgas anteriores, havia já experienciado plenamente a vida dos mortais ascendentes do tempo e do espaço, desde a permanência na sede central da constelação mesma até o serviço do superuniverso. E foi por meio dessas mesmas experiências moronciais que o Filho Criador de Nébadon realmente completou, e terminou aceitavelmente, a sua sétima e final auto-outorga no universo.
4. A DÉCIMA APARIÇÃO (NA FILADÉLFIA)
A décima manifestação moroncial de Jesus, para o reconhecimento mortal, ocorreu um pouco depois das oito horas, na terça-feira, 11 de abril, na Filadélfia, onde ele se mostrou a Abner e a Lázaro e a uns cento e cinquenta dos seus companheiros, incluindo mais de cinquenta das setenta pessoas do corpo evangélico. Essa aparição ocorreu pouco depois da abertura de um encontro especial na sinagoga, convocado por Abner para discutir a crucificação de Jesus e os relatos mais recentes da ressurreição, que haviam sido trazidos pelos mensageiros de Davi. Posto que o Lázaro ressuscitado era agora um membro desse grupo de crentes, não se fazia difícil para eles acreditarem nos relatos de que Jesus havia ressuscitado dos mortos.
A reunião na sinagoga estava sendo aberta por Abner e Lázaro, que se encontravam, de pé, juntos no púlpito, quando toda a audiência de crentes viu a forma do Mestre aparecer subitamente. Avançando, de onde havia surgido, entre Abner e Lázaro, os quais não haviam observado a sua presença e, saudando a assembléia, Jesus disse:
“Que a paz esteja convosco. Todos vós sabeis que temos um Pai nos céus e que não há senão um evangelho do Reino: o das boas-novas da dádiva da vida eterna, que os homens recebem pela fé. Enquanto rejubilais na vossa lealdade ao evangelho, orai ao Pai da verdade para que dissemine nos vossos corações um amor maior pelos vossos irmãos. Deveis amar a todos os homens como eu vos amei; deveis servir a todos os homens como eu vos servi. Com compreensão, compaixão e afeição fraternal, recebei em comunhão a todos os vossos irmãos que estão dedicados à proclamação das boas-novas, sejam eles judeus ou gentios, gregos ou romanos, persas ou etíopes. João proclamou o Reino com antecipação, vós tendes pregado o evangelho em poder; os gregos já pregam as boas-novas; e, em breve, irei enviar o Espírito da Verdade às almas de todos os meus irmãos que, de uma maneira pouco egoísta, vêm dedicando suas vidas ao esclarecimento dos seus companheiros que estão nas trevas espirituais. Sois vós os filhos da luz; portanto, não caiais nos emaranhados do desentendimento da suspeita mortal e da intolerância humana. Se fordes enobrecidos, pela graça da fé, por amardes os que não crêem, não deveríeis também igualmente amar aqueles que são os vossos companheiros e que crêem na família da fé, que está crescendo? Lembrai-vos, na mesma medida em que amardes uns aos outros, todos os homens saberão que sois discípulos meus.
“Ide, então, ao mundo inteiro, proclamar este evangelho da paternidade de Deus e da irmandade dos homens a todas as nações e raças, e sejais sempre sábios na vossa escolha dos métodos para apresentar as boas-novas às raças e tribos diferentes da humanidade. Vós recebestes este evangelho do Reino de graça e do mesmo modo vós dareis as boas-novas a todas as nações. Não temais a resistência do mal, pois estou sempre convosco, até o fim mesmo dos tempos. E a minha paz eu a deixo convosco”.
E ao dizer: “A minha paz eu a deixo convosco”, desapareceu da vista de todos. Com exceção de uma das suas aparições na Galiléia, na qual mais de quinhentos crentes o viram de uma só vez, esse grupo na Filadéfia abrangia o maior número de mortais que o viram em uma única ocasião.
Cedo, na manhã seguinte, enquanto os apóstolos ainda permaneciam em Jerusalém aguardando a recuperação emocional de Tomé, esses crentes da Filadélfia saíram para proclamar que Jesus de Nazaré havia ressuscitado dentre os mortos.
O dia seguinte, quarta-feira, Jesus passou todo o tempo na companhia dos seus companheiros moronciais e, durante as horas do meio da tarde, ele recebeu os delegados moronciais, visitantes dos mundos das mansões de todos os sistemas locais de esferas habitadas, de toda a constelação de Norlatiadeque. E todos se rejubilaram de conhecer o seu Criador, como um da sua própria ordem de inteligências do universo.

5. A SEGUNDA APARIÇÃO AOS APÓSTOLOS
Tomé passou uma semana a sós, consigo próprio, nas colinas ao redor do monte das Oliveiras. Durante esse tempo ele viu apenas os que estavam na casa de Simão e João Marcos. Eram nove horas do sábado, 15 de abril, quando os dois apóstolos encontraram-no e o levaram de volta até o ponto de encontro deles, na casa de Marcos. No dia seguinte, Tomé ouviu a narrativa das histórias das várias aparições do Mestre, mas recusou-se firmemente a acreditar. Ele sustentava que Pedro, com o seu entusiasmo, os havia levado todos a pensar que haviam visto o Mestre. Natanael deu-lhe várias razões, mas isso de nada valeu. Havia uma teimosia emocional associada à sua habitual mania de duvidar, e, esse estado mental, combinado à sua tristeza por havê-los abandonado, conspirava para criar uma situação de isolamento que até mesmo o próprio Tomé não entendia totalmente. Ele havia-se separado dos seus companheiros, tomando o seu próprio caminho e, agora, ainda que estivesse de volta ao seio deles, inconscientemente tendia a assumir uma atitude de descontentamento. Ele era vagaroso demais para se render; e não gostava de ceder. Sem ter a intenção, ele realmente estava gostando da atenção que lhe estava sendo dedicada; e experimentava uma satisfação inconsciente pelos esforços que todos os seus companheiros faziam para convencê-lo e convertê-lo. Havia sentido saudades deles por uma semana inteira; e experimentava um prazer considerável com a persistência daquelas atenções.
Estavam todos fazendo a refeição da noite, pouco depois das seis horas, achando-se assentados Pedro, de um lado de Tomé, e Natanael, do outro, quando o apóstolo que duvidava disse: “Não acreditarei, a menos que eu veja o Mestre com os meus próprios olhos e ponha o meu dedo na marca dos pregos”. E estavam sentados assim, nessa ceia, as portas encontrando-se fechadas e travadas com segurança, quando o Mestre moroncial, de súbito, surgiu aparecendo na parte interna da curvatura da mesa, de pé, diretamente em frente de Tomé, e disse:
“A paz esteja convosco. Por uma semana inteira permaneci aqui aguardando poder aparecer novamente quando estivésseis todos presentes, para que pudésseis uma vez mais ouvir sobre a missão de ir a todo o mundo pregar o evangelho do Reino. E, de novo, eu vos digo: Como o Pai me enviou ao mundo, eu vos envio. Como revelei o Pai, vós revelareis o amor divino; não apenas com palavras, mas na vossa vida diária. Eu vos envio, não para amar as almas dos homens, mas para amar os homens. Vós não ireis apenas proclamar as alegrias dos céus, como também exibireis, na vossa experiência diária, essas realidades espirituais da vida divina, pois, pela fé, já tendes a vida eterna, como uma dádiva de Deus. Se mantiverdes essa fé, quando o poder do alto, o Espírito da Verdade, vier sobre vós, não ireis mais esconder a vossa luz aqui atrás dessas portas fechadas; ireis tornar conhecidos o amor e a misericórdia de Deus, para toda a humanidade. Por medo agora fugis dos fatos de uma experiência desagradável, mas, quando houverdes sido batizados pelo Espírito da Verdade, vós ireis, brava e jubilosamente, sair para encontrar as novas experiências de proclamar as boas-novas da vida eterna, no Reino de Deus. Podeis permanecer aqui na Galiléia, por um curto período, enquanto estiverdes recuperando-vos do choque da transição entre a falsa segurança da autoridade do tradicionalismo e a nova ordem da autoridade dos fatos, da verdade e da fé, nas realidades supremas da experiência de viver. A vossa missão para com o mundo está fundada no fato de que eu vivi, no vosso meio, uma vida de revelação de Deus, na verdade de que todos vós e todos os outros homens sois filhos de Deus, e consistirá na vida que vivereis entre os homens – a experiência factual e viva de amar os homens e de servir a eles, do mesmo modo que eu vos amei e servi a vós. Que a fé revele a vossa luz ao mundo; que a revelação da verdade abra os olhos cegos pela tradição; que o vosso serviço de amor destrua efetivamente o preconceito engendrado pela ignorância. Aproximando-vos assim dos vossos semelhantes, em compaixão compreensiva e com uma devoção sem egoísmo, ireis conduzi-los ao conhecimento salvador do amor do Pai. Os judeus têm enaltecido a bondade; os gregos têm exaltado a beleza; os hindus têm pregado a devoção; os antigos ascetas têm ensinado a reverência; os romanos têm exigido a lealdade; mas, quanto a mim, quero a vida dos meus discípulos, uma vida mesma a serviço do amor pelos vossos irmãos na carne.”
Depois dessas palavras, o Mestre olhou bem no rosto de Tomé e disse: “E tu, Tomé, que disseste que não acreditarias a menos que pudesses ver-me e colocar o teu dedo nas marcas dos cravos em minhas mãos, agora tu me contemplas e ouves as minhas palavras; e embora não vejas nenhuma marca de cravos nas minhas mãos, pois eu ressuscitei na forma que vós também ireis ter quando partirdes deste mundo, o que irás dizer aos teus irmãos? Irás reconhecer a verdade, pois no teu coração tu já começaste a crer, mesmo quando tão resolutamente afirmaste que não acreditarias. As tuas dúvidas, Tomé, do mesmo modo obstinado que se afirmam, elas também desaparecem. Tomé, peço-te que não te falte a fé, mas que acredites – e sei que tu acreditarás; e ainda de todo o coração”.
Quando ouviu essas palavras, Tomé caiu de joelhos diante do Mestre moroncial e exclamou: “Eu creio! Meu Senhor e meu Mestre!” E então Jesus disse a Tomé: “Tu creste, Tomé, porque me viste e me ouviste realmente. Abençoados sejam aqueles, nas idades que virão, que acreditarão mesmo não havendo visto com os olhos da carne e escutado com os ouvidos mortais”.
E então, enquanto a sua forma movia-se para mais perto da cabeceira da mesa, o Mestre dirigiu-se a todos, dizendo: “E agora ide todos para a Galiléia, onde irei em breve aparecer para vós”. E depois de ter dito isso ele desapareceu da vista deles.
Agora os onze apóstolos ficaram totalmente convencidos de que Jesus havia ressuscitado dos mortos e, muito cedo na manhã seguinte, antes do nascer do dia, eles partiram para a Galiléia.
6. AS APARIÇÕES EM ALEXANDRIA
Enquanto os onze apóstolos estavam a caminho da Galiléia, chegando ao fim da sua viagem, na terça-feira, 18 de abril, por volta das oito e meia da noite, Jesus apareceu para Rodam e oitenta outros crentes, em Alexandria. Essa foi a décima segunda aparição do Mestre, na forma moroncial. Jesus apareceu diante desses gregos e judeus no exato momento em que o relato sobre a crucificação estava sendo concluído por um dos mensageiros de Davi. Esse mensageiro, sendo o quinto da série de corredores de Jerusalém a Alexandria, havia chegado em Alexandria mais tarde e, imediatamente depois de ter a sua mensagem entregue a Rodam, ficou decidida uma convocação dos crentes para receberem, do próprio mensageiro, essa palavra trágica. Por volta das oito horas, o mensageiro, Natam, de Busiris, veio diante desse grupo e contou com detalhes tudo o que havia sido dito a ele pelo corredor anterior. Natam terminou a sua narrativa tocante com estas palavras: “Mas Davi, que nos envia estas palavras, relata que o Mestre, ao prever a sua morte, declarou que iria ressuscitar”. E mal Natam falou, o Mestre moroncial apareceu ali, para ser visto plenamente por todos. E quando Natam sentou-se, Jesus disse:
“A paz esteja convosco. Aquilo para o que o meu Pai enviou-me a este mundo, para que ficasse estabelecido, não se refere apenas a uma raça, a uma nação, nem a um grupo especial de instrutores ou de pregadores. Este evangelho do Reino pertence aos judeus tanto quanto aos gentios, aos ricos tanto quanto aos pobres, aos livres e aos prisioneiros, aos homens e mulheres e até mesmo às crianças pequenas. E todos vós deveis proclamar este evangelho de amor e de verdade, por meio da vida que viveis na carne. Deveis amar uns aos outros com um afeto novo e surpreendente, assim como eu vos tenho amado. Vós servireis à humanidade com uma devoção estupenda, assim como tenho servido a vós. E, quando os homens vos virem amando-os assim, e quando eles contemplarem o modo fervoroso com o qual servis a eles, perceberão que vós vos tornastes companheiros de fé do Reino do céu, e seguirão o Espírito da Verdade que vêem nas vossas vidas, para encontrarem a salvação eterna.
“Assim como o Pai enviou-me a este mundo, assim agora eu vos envio. Sois chamados a levar as boas-novas até aqueles que se encontram nas trevas. Esse evangelho do Reino pertence a todos que acreditam nele; e não será entregue apenas à custódia dos sacerdotes. Logo, o Espírito da Verdade virá sobre vós, e vos conduzirá a toda a verdade. Ide, portanto, em pregação deste evangelho, por todo o mundo e considerai sempre que eu estou convosco, até o fim mesmo dos tempos”.
Depois de haver falado assim, o Mestre desapareceu da vista de todos. Toda noite aqueles crentes permaneceram juntos ali, rememorando as próprias experiências, como crentes do Reino, e escutando as muitas palavras de Rodam e dos seus colaboradores. E todos eles acreditaram que Jesus havia ressuscitado dos mortos. E podeis imaginar a surpresa do arauto de Davi, com a nova da ressurreição, que chegou dois dias depois de tudo isso, quando eles responderam ao seu anúncio dizendo: “Sim, sabemos, pois nós o vimos. Ele surgiu aqui, aparecendo para nós anteontem”.

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ORAÇÃO AO GRANDE ESPIRITO

Oh! Grande Espírito, que criou tudo antes e que reside em cada objeto, em cada pessoa e em todos os lugares, nós acreditamos em Ti. Nós Te invocamos dos mais distantes lugares para nossa presente consciência. Oh! Grande Espírito do Norte, que dá asas às águas do ar e rola a grossa tempestade de neve antes de Ti. Tu, que cobres a Terra com um brilhante tapete de cristal, principalmente onde a profunda tranquilidade de cada som é maravilhosa. Tempera-nos com a força para permanecermos como parte da nevasca; sim, faça-nos agradecidos pela beleza que flui e se aprofunda sobre a quente Terra em seu despertar. Oh! Grande Espírito do Leste, a Terra do Sol Nascente. Tu que seguras em Tua mão direita os anos de nossas vidas e em Tua mão esquerda as oportunidades de cada dia. Sustenta-nos para que não esqueçamos nossas oportunidades, nem percamos em preguiça as esperanças de cada dia e as esperanças de todos os anos. Oh! Grande Espírito do Sul, cujo quente hálito de compaixão derrete o gelo que circunda nossos corações, cuja fragrância fala de distantes dias de primaveras e verões, dissolve nossos medos, transmuta nossas aversões, acenda nosso amor em chamas de verdade e existentes realidades. Ensina-nos que aquele que é forte é também gentil; que aquele que é sábio tempera justiça com piedade; e aquele que é um verdadeiro guerreiro combina coragem com compaixão. Oh! Grande Espírito do Oeste, a Terra do Sol poente, com Tuas elevadas e livres montanhas, profundas e extensas pradarias, abençoam-nos com a sabedoria da paz que segue a contenção e a liberdade de quem vive como túnica flutuante nas asas da vida bem - disciplinada. Ensina-nos que o fim é melhor que o começo e que o por do sol não glorifica nada em vão. Oh! Grande Espírito dos Céus, em dias de infinito azul e misturado às infindáveis estrelas da noite de cada estação, lembra-nos o quanto és imenso e bonito e majestoso além de todo o nosso conhecimento ou saber, mas que também não estás tão longe de nós, quanto o mais alto de nossas cabeças ou o mais baixo de nossos olhos. Oh! Grande Espírito da Mãe Terra sob nossos pés; Mestra dos metais; Germinadora das sementes e Celeiro de ocultos recursos da Terra, ajuda-nos a dar graças incessantemente pela Tua presente generosidade. Oh! Grande Espírito de nossas almas, que ardes há tempos em nossos corações e em nossas profundas aspirações, fala-nos agora e sempre de tudo que precisamos saber sobre a grandeza e bondade de Teus presentes para a vida, para sermos orgulhosos do inestimável privilégio de viver.

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PRECE SILENCIOSA



A oração Silenciosa é um reconhecimento de Tudo O Que É.
Nesta oração eu sei que tudo que eu evoquei foi ouvido pelo espírito e que me foi dado tudo aquilo que pedi.

É um reconhecimento de que minha alma é completa no amor e na graça de Deus.

É um reconhecimento de meu total estado de perfeição e de Ser. Tudo aquilo que desejo, tudo o que quero co-criar, já esta dentro de minha realidade.

Eu a chamo de Prece Silenciosa porque sei que meu ser já está realizado.
Não há necessidade de pedir nada ao espírito, porque tudo já lhe foi dado.

Em meu coração, eu aceito meu Ser Perfeito.
Eu aceito que a alegria que eu quis já esta em minha vida.

Eu aceito que o amor que rezei por ter já está dentro de mim.
Eu aceito que a paz que pedi já faz parte de minha realidade.

Eu aceito que a abundância que procurei já preenche minha vida.
Em minha verdade, eu aceito meu Ser Perfeito.
Eu assumo responsabilidade por minhas próprias criações,
E todas as coisas que estão dentro de minha vida.

Eu reconheço o poder do espírito que está dentro de mim, e sei que todas as coisas são como devem ser.

Em minha sabedoria, eu aceito meu Ser Perfeito.
Minhas lições foram cuidadosamente escolhidas por mim mesmo, e agora eu caminho por elas em completa experiência.

Meu caminho me leva em uma jornada sagrada com propósito divino.

Minhas experiências se tornam parte de tudo que há.

Em meu conhecimento, eu aceito meu Ser Perfeito.

Neste momento, eu me sento em minha cadeira de ouro e sei que sou um anjo de luz.

Eu olho sobre a bandeja dourada- o presente do Espírito e sei que todos os meus desejos já foram realizados em amor por mim mesmo, eu aceito meu Ser Perfeito.

Não faço julgamentos nem ponho fardos sobre mim mesmo.

Eu aceito que tudo em meu passado foi dado em amor.

Eu aceito que tudo neste momento vem do amor.
Eu aceito que tudo no meu futuro resultará sempre em amor maior.

Em meu ser, eu aceito minha perfeição.

E assim é

Arcanjo Miguel


CONSAGRAÇÃO AO ARCANJO MIGUEL

Eu me visto com a proteção do Arcanjo Miguel e desua Legião Angélica


Eu me visto com sua armadura de Luz e recordo-me,aqui e agora, que EU SOU UM SER DIVINO , Filho de Deus , e tenho ao meu dispor a fé e a fortaleza de Miguel para combater o bom combate contra ataques físicos e espirituais que procedem dos inimigos da Luz.

Eu me protejo com a Espada de Luz do Arcanjo Miguel e com ela corto todos os laços que querem me prender ao desespero, a depressão, ao desânimo , a doença , ao desemprego , ao sofrimento , a perseguições...(coloque aqui o que desejar combater).

Eu me renovo com a Luz Azul - Dourada do Arcanjo Miguel e me purifico com o poder da fé e da alegria que provém de seu amparo.

Eu, na condição de TRABALHADOR DA LUZ , me consagro hoje ao poderoso Arcanjo Miguel e com fé, confio em sua proteção e orientação espiritual todos os dias de minha vida.

Que as bençãos de Miguel e seus Anjos de Luz se derramem sobre meus caminhos e de todos os meus irmãos e irmãs que peregrinam na senda do Amor Incondicional e da Paz Divina.

Assim seja, com o Pai, o Filho e a falange do Espírito Santo. Amém!

(consagração ditada pelo Arcanjo Miguel para todos os que querem colocar-se sob sua proteção ).

Oração



A GRANDE INVOCAÇÃO

Do Ponto de Luz na Mente do Pai,
Flua Luz às Mentes dos Homens,
A Luz está na Terra.
Do Ponto de Amor no Coração do Pai,
Flua Amor aos Corações dos Homens,
Cristo está na Terra.
Do Centro onde a vontade do PAI NOSSO é conhecida,
Guie o propósito as pequenas vontades dos homens,
O propósito que os mestres conhecem e a que servem.
Do Centro a que chamamos Raça dos Homens,
Cumpra-se o Plano de AMOR e LUZ,

A LUZ, o AMOR e o PODER restabeleçam o
PLANO DO PAI NA TERRA!
A LUZ, o AMOR e o PODER restabeleçam o
PLANO DO PAI NA TERRA!
A LUZ, o AMOR e o PODER restabeleçam o
PLANO DO PAI NA TERRA!.

ORAÇÃO PELA PAZ NO MUNDO


Há Uma Paz, Um Poder, Uma Presença, que permeia e penetra em todo o Universo.
É uma Força de Deus. É a Fonte de toda a Existência.
Ela está ativa em todas as coisas.
Ela é uma Energia disponível a toda a humanidade e está presente agora, neste exato momento.

Eu compreendo agora que eu sou um pilar da Paz.
Eu sei que eu sou uno com este Poder. Esta Presença Gloriosa é o alicerce do meu ser.
Esta Energia Cósmica flui através de mim e me conecta com toda a Humanidade.

Eu escolho agora usar este imenso poder da minha mente para criar um mundo digno de todos nós.
Eu dirijo os meus pensamentos em direção à Paz, ao Amor, à Cooperação e eu posso ver todas as pessoas do mundo, unidas em uma Celebração Jubilosa da Vida.
Esta energia que eu libero, transforma este momento e toda a eternidade. As gerações que vierem, serão abençoadas com um mundo baseado na Paz.
Pois eu sei agora que a Paz começa comigo e é o legado legítimo para as Humanidades.
Um legado que eu vivo diariamente com todos os meus pensamentos, palavras e ações.

A Paz está aqui agora!
A Paz está aqui para sempre!

Eu agradeço por este momento sagrado de Paz. Eu agradeço por uma eternidade de Paz.
Eu agradeço pela minha família global que vive na Paz.
Eu agradeço pelos laços de amor que nos unem com força e coragem para criar o mundo dos nossos sonhos.

Um Mundo de Paz.

Um Mundo Amoroso.

Um Mundo Pleno de Infinitas Possibilidades.

Eu sou Uno com toda a Existência.
Eu sou Uno com a Fonte da própria Vida.
Eu sou Uno com a Presença da Paz e compartilho estas bênçãos com todo o mundo.

Eu sei que as minhas palavras são cheias de Verdade e de Poder e eu as libero à Lei Universal da Vida.
Eu sei que como eu o disse, assim será.

E assim é.

Paz. Paz. Paz.
Amém.

ORAÇÃO DIÁRIA DO GUARDIÃO DA CHAMA

ORAÇÃO DIÁRIA DO GUARDIÃO DA CHAMA

Uma chama é Ativa.
Uma Chama é Vital
Uma Chama é Eterna.

EU SOU uma Chama Divina de amor radiante
Que emana do Coração de Deus.

No Grande Sol Central
E desce do Mestre da vida!

O meu ser transborda agora com a suma Consciência Divina e a Percepção Solar dos bem-amados Hélios e Vesta.

Peregrino na Terra, avanço cada dia pelo caminho da Vitória dos Mestres Ascensos que me conduz à liberdade eterna pelo poder do fogo sagrado hoje e sempre, manifestando-se continuamente nos meus pensamentos, sentimentos e percepções, transcendendo e transmutando, todos os elementos terrenos nos meus quatro corpos inferiores e libertando-me, pelo poder do fogo sagrado,

Desses focos de energia corrompida, presentes no meu ser.

EU SOU libertado neste instante de tudo o que escraviza pelas correntes da chama divina.

Do próprio fogo sagrado, cujo efeito ascendente faz de mim Deus em Manifestação, Deus em ação, por ele guiado.

Eu Sou um só com Sua consciência!

EU Sou uma chama ativa!

EU Sou uma chama vital!

EU Sou uma chama eterna!

EU Sou uma centelha de fogo em expansão originada no Grande Sol central atraindo a mim agora todos os raios de divina energia de que necessito e que nunca pode ser qualificada pela criação humana e que me inunda da luz e da divina iluminação de mil sóis para que exerça o domínio e seja eternamente a suprema autoridade onde quer que eu esteja!

Onde eu estou, está Deus também.

Para sempre EU SOU um só com Ele intensificando a minha luz com o sorriso do seu esplendor,

A plenitude do Seu Amor a onisciência da Sua Sabedoria, e o poder da sua Vida eterna e o poder da Sua Vida eterna, que automaticamente me leva nas assas vitoriosas da ascensão, que farão regressar ao Coração de Deus do qual eu desci na verdade, para cumprir a sua Vontade e a todos manifestar a vida abundante!

ORAÇÃO PELOS ELEMENTAIS
Em nome da Minha poderosa presença do EU SOU
Vou Curar Milhões de Elementais na Terra

Amada e poderosa Presença do EU SOU, em nome do meu Santo Cristo Pessoal e pelo amor, sabedoria e poder da minha Chama Trina, invoco a ação transmutadora do fogo do meu ser, multiplicado pela Chama Violeta, multiplicada pelo fogo do Grande Sol Central e pelo Magneto do Grande Sol Central!
Invoco esta ação em prol de toda vida elemental, incluindo o meu elemental do corpo e os elementais dos corpos de todas as almas em evolução no planeta Terra.

Peço que a porção da Chama por mim invocada e tudo o que EU SOU possam agora curar milhões e milhões de elementais na Terra!
Decreto que isto aconteça em nome da minha própria Cristicidade, em nome de me tornar o Mestre Ascenso que serei e que já sou, pois a semente está encerrada dentro de si mesma e, a semente da minha poderosa Presença do EU SOU está comigo dentro do meu coração!
Portanto, dedico as porcentagens do fogo da minha corrente de vida permitidas pelos Senhores do Carma, à libertação de toda vida elemental.

Assim o declaro em nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo e da Mãe Divina universal e aceito que isso se manifeste agora mesmo com pleno poder e com a benção dos Senhores do Carma.
Amém!

APELO E ORAÇÃO A SER REALIZADA NO MOMENTO DE CURA



Mestre Jesus Cristo, venho diante de vós, rogar a assistência de tuas sagradas mãos de cura e amor, para que as direcione em favor de ...(nome das pessoas as quais será direcionada a cura).

Que neste momento em suas vidas passam por debilidades em seus corpos de manifestação, nesse plano de re-educação da consciência.

Perdoai-os e curai-os. Pelos medos e escolhas que produziram as moléstias que os afligem nesse instante de suas jornadas.

Perdoai e curai todos os pensamentos desequilibrados que foram gerados em suas mentes,

Perdoai e curai todas as emoções desarmonizadas que foram geradas por seus egos,

Perdoai e curai todas as freqüências mal qualificadas que foram geradas por suas vibrações,

Perdoai e curai todas as suas ações e verbos que foram gerados pelos desequilíbrios de sua manifestação física,

E que produziram todo o mal que se materializou em seus corpos, trazendo as enfermidades e a redução de sua luz interior.

Mestre Jesus Cristo, utilizai-se de nosso amor e das pessoas que juntam-se a nós nesse momento e que entregam a frequência do amor como forma de doação e cura a esses irmãos, que sofrem de seus males nesse instante.

Que o espírito santo e as falanges dos anjos de cura desçam sobre cada uma dessas pessoas e cure e as abençõe.

Agora Mestre Jesus Cristo, que todos se encontram perdoados e curados, que as energias que os agrediam sejam direcionadas para os planos de luz de Deus Pai-Mãe, e lá, sejam requalificados na lei do Amor Uno.

Que vossas sagradas mãos toquem nas profundezas do coração da Humanidade curando-a para a glória de Nosso Senhor.

EU SOU A CURA
EU SOU O AMOR
EU SOU A CURA E O AMOR
CURANDO, CURANDO, CURANDO.

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