Esteja sempre com Deus em seu coração!

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AMADA MARIA

VAMOS EMANAR LUZ E AMOR A GAIA!!

Imaginem que sozinhos somos uma força que cria e emana luz,mas se somos muitos essa emanação é muito maior! Vamos praticar a Unidade em busca de um Planeta melhor e mandarmos não só uma vibração, mas muitas para Gaia! Junte-se a nós! Para isso ,basta somente entrar no blog como seguidor ou se, você já tem uma conta google ou open id . É somente marcarmos a presença no quadro abaixo ,para sabermos as pessoas que estão emanando luz ,e a quantidade emanada!Siga alguns passos que estaremos disponibilizando abaixo. Mãos unidas e começar a trabalhar. Participe faça um pouquinho pela nossa Gaia e você não imagina o quanto estará fazendo de bem para nosso planeta e para vocês mesmos! jjklj.gif (14146 bytes) AJUDE-NOS A LIMPAR A ATMOSFERA TERRESTRE. Se você enviou amor para Gaia hoje e está ajudando na limpeza da Atmosfera Terrestre, se apresente no Mural abaixo querido irmão/a. OBRIGADO!! :) MÉTODO DE ENVIO DE GAIA AMOR MÉTODO UTILIZADO PELO GRUPO-CÍRCULOS Alexiis NOTA - Vemos, irmãos, a ação a ser tomada com toda a força necessária, diariamente, não importa o tempo agora, porque fechamos os olhos e entramos no mundo da imaginação, um lugar onde não há tempo dimensional, e pode ser mais real do que o físico bem conhecido ... Nós encaramos todos os envolvidos juntos em um círculo, unindo as nossas energias de Luz e Amor do 12 em um, como uma consciência de grupo de nós mesmos e nossos eus superiores,-que já estamos cientes deste cada unidade de energia-este Luz unificada e Amor ... a inalar ... exalar e do nosso coração ... com vista no centro de Gaia ... com esta unificada coração Um sopro ... e depois ... também, uma forma mais dirigida à consciência da humanidade, com a mesma intenção, e, portanto, repetido seis respirações coração de Gaia, e outro seis respirações expandiu-se para a consciência da humanidade. E depois entramos numa meditação livre ... onde todos nós estamos na Nova Terra que já está criado ... vivendo com alegria absoluta que sabemos sobre o nosso grupo, todos os grupos, e toda a humanidade que vibra neste estado de consciência existe lá ... Esta é a base para todas as atividades também na unidade total, é no grupo que é cada um / a, nós visualizamos todos os grupos dentro de um círculo maior ou esfera em equilíbrio total, onde somos um com a mesma intenção de ajudar Gaia e toda a humanidade. CERIMÔNIA dia fazendo - disse, sentindo e sendo o folowing ... 1 .- I, da guarda / na do pilar da minha própria luz, ativo, neste lugar na Terra, a energia da luz, o maior bem de nossa querida Mãe Terra e toda a humanidade. 2 .- I, da guarda / na coluna de meu amor próprio, ativo, neste lugar na Terra, a energia do amor, pois o maior bem de nossa querida Mãe Terra e toda a humanidade. 3 .- I, da guarda / na do pilar da minha própria unidade, ativo, neste lugar na Terra, a energia da unidade para o maior bem de nossa querida Mãe Terra e toda a humanidade. 4 .- I, da guarda / na do pilar da minha própria liberdade, a atividade desta parte da Terra, a energia da liberdade, para o maior bem de nossa querida Mãe Terra e toda a humanidade. 5 .- I, da guarda / na do pilar da minha própria sabedoria, ativo, neste lugar na Terra, a energia da sabedoria, para o maior bem de nossa querida Mãe Terra e toda a humanidade. 6 .- I, da guarda / na do pilar da minha própria felicidade, ativo, neste lugar na Terra, a energia da alegria, para o maior bem de nossa querida Mãe Terra e toda a humanidade. 7 .- I, pilar da guarda / na da minha própria paz, Ativo, nesta parte da Terra, a energia da paz, para o maior bem de nossa querida Mãe Terra e toda a humanidade. 8 .- I, da guarda / na coluna de minha própria vontade, ativo, neste lugar na Terra, a energia de harmonia, pois o maior bem de nossa querida Mãe Terra e toda a humanidade. 9 .- I, pilar da guarda / na da minha própria gratidão, ativo, neste lugar na Terra, a energia da gratidão, pelo bem maior da nossa querida Mãe Terra e toda a humanidade. 10 .- I, pilar da guarda / na da minha própria Verdade, Ativo, nesta parte da Terra, a energia da verdade, pois o maior bem de nossa querida Mãe Terra e toda a humanidade. Nós combinamos as energias dos 10 pilares da IGHLUZ para ativar todas as energias de: Luz, Amor, Unidade, Liberdade, Sabedoria, Alegria, Paz, Harmonia, Gratidão e Verdade, em colaboração com os nossos eus superiores, com todos os Seres de Luz sempre nos ajudando com os Devas e os Elementais desse lugar, e, o Grande Energia Cósmica Universal de Cristo, para o maior bem de nossa querida Mãe Terra e toda a Humanidade Alexiis Blog: http://alexiis-vozdelaluz.blogspot.com
DEARS BROTHERS AND SISTERS!! Each day come and take a few minutes of your attention and emanation of light to Gaia and so we have a stream of people pouring love and light to all mankind and Gaia! Only write in this box and know that every brother participates and the number of people sending their energy for our beloved planet! Kisses in the heart of each brother, lightworker! Gisele Merise

quarta-feira, 12 de outubro de 2011

SÉRIE: A VIDA E OS ENSINAMENTOS DE JESUS – POUCO ANTES DA CRUCIFICAÇÃO (67)



Esta série foi extraída do Livro de Urântia. Os 77 capítulos, mais de 700 páginas, que ocupam um terço do livro, dão dia a dia, toda a vida de Jesus Cristo desde sua infância. Dão 16 vezes mais informações sobre a vida e os ensinamentos de Jesus do que a Bíblia. É o relato mais espiritual sobre Jesus até hoje escrito.

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POUCO ANTES DA CRUCIFICAÇÃO
Quando Jesus e os seus acusadores partiram para ver Herodes, o Mestre voltou-se para o apóstolo João e disse: “João, podes fazer mais por mim. Vai até a minha mãe e traze-a para ver-me, antes que eu morra”. Quando João ouviu o pedido do seu Mestre, embora ficasse relutante em deixá-lo a sós com os seus inimigos, apressou-se a ir à Betânia, onde toda a família de Jesus estava reunida, à espera, na casa de Marta e Maria, irmãs de Lázaro a quem Jesus ressuscitou dos mortos.
Por várias vezes durante a manhã, os mensageiros haviam trazido notícias a respeito do progresso do julgamento de Jesus, para Marta e Maria. Mas a família de Jesus não alcançou a Betânia senão uns poucos minutos antes de João haver chegado, trazendo o pedido de Jesus para ver a sua mãe antes de ser levado à morte. Depois que João Zebedeu contou a eles tudo que havia acontecido, desde a prisão de Jesus à meia-noite, Maria, a mãe dele, foi imediatamente, em companhia de João, ver o seu filho mais velho. No momento em que Maria e João chegaram à cidade, Jesus, acompanhado pelos soldados romanos que iam crucificá-lo, havia chegado já ao Gólgota.
Quando Maria, a mãe de Jesus, partiu com João para ver o seu filho, a sua irmã Rute negou-se a ficar para trás com o resto da família. E, já que ela estava decidida a acompanhar a sua mãe, o seu irmão Judá foi com elas. O restante da família do Mestre permaneceu na Betânia sob a liderança de Tiago, e a cada hora, quase, os mensageiros de Davi Zebedeu traziam a eles notícias sobre o andamento daquele assunto terrível que era a execução da sentença de morte do seu irmão mais velho, Jesus de Nazaré.
1. O FIM DE JUDAS ISCARIOTES
Foi por volta das oito e meia, dessa sexta-feira pela manhã, que a audiência de Jesus perante Pilatos deu-se por terminada; e só então o Mestre foi colocado sob a custódia dos soldados romanos que deviam crucificá-lo. Tão logo os romanos tomaram posse de Jesus, o capitão dos guardas judeus marchou com os seus homens de volta para a sua sede no templo. O sumo sacerdote e os seus parceiros sinedristas seguiram atrás dos guardas, bem de perto, indo diretamente para o seu local usual de encontro na sala de pedra lavrada no templo. Ali eles encontraram muitos outros membros do sinédrio, esperando para saber o que havia sido feito com Jesus. Enquanto Caifás ocupava-se fazendo o seu relatório para o sinédrio, a respeito do julgamento e da condenação de Jesus, Judas apareceu diante deles para reclamar a sua recompensa pelo papel que teve na prisão e na sentença de morte do seu Mestre.
Todos esses judeus detestavam Judas e olharam para o traidor apenas com sentimentos de total desprezo. Durante o julgamento de Jesus perante Caifás e durante o seu comparecimento diante de Pilatos, Judas esteve com a consciência afligida por causa da sua conduta de traidor. E estava também começando a ficar um tanto desiludido com a recompensa que ia receber como pagamento pelos seus serviços de trair Jesus. Ele não gostou da frieza e da indiferença das autoridades judias; entretanto esperava ser amplamente recompensado pela sua conduta covarde. Ele antecipava que fosse chamado perante uma reunião completa do sinédrio e que ali ouviria os elogios, enquanto eles confeririam a ele as honrarias adequadas como prova do grande serviço que ele se vangloriava haver prestado à sua nação. Imagineis, pois, a grande surpresa desse traidor egoísta, quando um servo do sumo sacerdote, tocando em seu ombro, chamou-o para que saísse da sala e foi dizendo: “Judas, eu fui indicado para pagar-te pela traição de Jesus. Aqui está a tua recompensa”. E falando assim, o servo de Caifás entregou a Judas uma bolsa que continha trinta moedas de prata – o preço, em vigor, de um escravo bom e saudável.
Judas ficou atônito, aturdido. E correu para entrar na sala, mas foi barrado pelo porteiro. Queria apelar para o sinédrio, mas não quiseram recebê-lo. Judas não podia crer que esses dirigentes judeus tivessem esperado que ele traísse os seus amigos e o seu Mestre para depois oferecerem a ele trinta moedas de prata como recompensa. Estava humilhado, desiludido e totalmente oprimido. Ele saiu do templo, por assim dizer, em um transe. Automaticamente, deixou a bolsa de dinheiro cair no fundo do seu bolso, aquele mesmo bolso onde, por tanto tempo, ele havia levado a bolsa que continha os fundos apostólicos. E perambulou por toda a cidade, atrás das multidões que estavam a caminho de presenciar as crucificações.
À distância Judas viu que levantavam a cruz na qual Jesus estava pregado e, ao ver isso, correu de volta ao templo e, forçando a sua passagem junto ao porteiro, viu-se na presença do sinédrio, ainda reunido. O traidor achava-se quase sem respiração e altamente perturbado, mas conseguiu balbuciar estas palavras: “Eu pequei porque traí contra sangue inocente. Vós me insultastes. Oferecestes dinheiro a mim como recompensa pelo meu serviço – o preço de um escravo. Arrependo-me de ter feito isso; aqui está o vosso dinheiro. Eu quero escapar da culpa de ter cometido esse ato”.
Ao ouvirem Judas, os dirigentes dos judeus escarneceram dele. Um deles, assentado perto de onde estava Judas, acenou para que ele saísse da sala, dizendo: “O teu Mestre já foi executado pelos romanos, e quanto à tua culpa, o que é isso para nós? Cuida tu dela – e fora daqui!”
Ao deixar a sala do sinédrio, ele retirou as trinta moedas de prata da bolsa e jogou-as, espalhando-as pelo assoalho do templo. Quando o traidor deixou o templo, ele encontrava-se quase fora de si. Judas estava agora passando pela experiência da compreensão da verdadeira natureza do pecado. Todo o encanto, o fascínio e a embriaguez da má ação haviam-se esvaído. Agora o pecador encontrava-se só e frente a frente com o veredicto do julgamento da sua alma desiludida e desapontada. O pecado, fascinante e aventuroso ao ser cometido; mas, agora, a colheita dos fatos nus e pouco românticos devia ser enfrentada.
Este que fora um embaixador do Reino do céu na Terra, caminhou então pelas ruas de Jerusalém, abandonado e só. O seu desespero era irremediável e quase absoluto. E ele continuou pela cidade e para fora dos seus muros, até a solidão terrível do vale do Hinom, onde subiu pelas rochas escarpadas e, tirando o cinturão do seu manto, atou uma das extremidades a uma árvore pequena, e a outra em volta do próprio pescoço e jogou-se no precipício. Antes de morrer, o nó feito pelas suas mãos nervosas desatou-se, e o corpo do traidor arremeteu-se, fazendo-se em pedaços ao cair por sobre as rochas pontiagudas embaixo.
2. A ATITUDE DO MESTRE
Quando foi preso, Jesus sabia que o seu trabalho na Terra, na semelhança da carne mortal, havia sido concluído. Ele compreendeu plenamente a espécie de morte que teria e pouco preocupado esteve com os detalhes do seu assim chamado julgamento.
Perante o tribunal sinedrista Jesus recusou-se a dar respostas aos depoimentos dos testemunhos perjuros. Havia apenas uma pergunta que esclareceria para sempre uma resposta, feita fosse por um amigo ou um inimigo, era a que dizia respeito à natureza e divindade da sua missão na Terra. Quando perguntado se ele era o Filho de Deus, infalivelmente responderia. E, imperturbável, ele recusou-se a falar quando em presença do curioso e perverso Herodes. Diante de Pilatos falou apenas quando achou que Pilatos, ou alguma outra pessoa sincera, poderia ainda ser ajudado a ter um conhecimento melhor da verdade, por meio do que ele dissesse. Jesus havia ensinado aos seus apóstolos a inutilidade de atirar as suas pérolas aos porcos e, agora, ele praticava, ousando, o que havia ensinado. A sua conduta nessa época exemplificava a submissão paciente da natureza humana, unida ao silêncio majestoso e à dignidade solene da natureza divina. Ele estava totalmente disposto a conversar com Pilatos sobre qualquer questão relacionada às acusações políticas levantadas contra ele – qualquer questão que ele reconhecesse como pertencendo à jurisdição do governador.
Jesus estava convencido de que a vontade do Pai era de que ele se submetesse à sequência natural e comum dos acontecimentos humanos, exatamente como qualquer outra criatura mortal havia de fazer; e por isso recusou-se a empregar até mesmo os seus poderes puramente humanos de eloqüência persuasiva para influenciar a conseqüência das maquinações dos seus semelhantes mortais socialmente míopes e espiritualmente cegos. Embora Jesus tenha vivido e morrido em Urântia, toda a sua carreira humana, do princípio ao fim, foi um acontecimento destinado a influenciar e a instruir todo o universo da sua criação e da sua incessante sustentação.
Esses judeus de pouca visão clamavam indecorosamente pela morte do Mestre, enquanto ele permanecia lá, em um silêncio terrível, olhando a cena de morte de uma nação – o próprio povo do seu pai.
Jesus havia adquirido aquele tipo de caráter humano que conseguiria manter a própria compostura e afirmar a sua dignidade, diante mesmo do insulto contínuo e gratuito. Ele não podia ser intimidado. Quando, pela primeira vez, foi atacado pelo servo de Anás, ele havia apenas sugerido que valeria a pena convocar as testemunhas que poderiam atestar devidamente contra ele.
Do princípio ao fim, no seu chamado julgamento diante de Pilatos, as hostes celestes observando os acontecimentos não puderam abster-se de transmitir ao universo uma descrição da cena como de “Pilatos, sendo julgado diante de Jesus”.
Quando esteve diante de Caifás, e quando todos os testemunhos perjuros desmoronaram-se, Jesus não hesitou em responder à pergunta do sumo sacerdote, provendo assim com o seu próprio testemunho a base que desejavam para condená-lo por blasfêmia.
O Mestre nunca manifestou o menor interesse pelos esforços bem-intencionados, mas acanhados, de Pilatos, para efetivar a sua libertação. De fato, tinha pena de Pilatos e, sinceramente, tentou esclarecer a sua mente obscurecida. E totalmente passivo permaneceu diante de todos os apelos do governador aos judeus para retirar as suas acusações criminais contra si. Durante toda a triste provação, comportou-se com uma dignidade simples e com majestade sem ostentação. Ele não quis nem mesmo realçar a insinceridade daqueles que queriam assassiná-lo, quando perguntaram se ele era o “rei dos judeus”. Aceitou essa designação com um mínimo de esforço para retificá-la, pois sabia que, conquanto houvessem escolhido rejeitá-lo, seria ele o último a representar para eles uma liderança nacional real, ainda que em um sentido espiritual.
Jesus disse pouca coisa durante esses julgamentos, mas falou o suficiente para mostrar a todos os mortais a qualidade do caráter humano que pode ser aperfeiçoado por um homem, quando em ligação com Deus; e para revelar a todo o universo o modo pelo qual Deus pode tornar-se manifesto, na vida da criatura, quando tal criatura escolhe verdadeiramente fazer a vontade do Pai, transformando-se assim em um filho ativo do Deus vivo.
O seu amor pelos mortais ignorantes é mostrado amplamente pela sua paciência e sua grande presença de espírito diante da zombaria, dos golpes e bofetadas dos soldados grosseiros e dos servos irrefletidos. Ele nem ficou com raiva quando eles vendaram os seus olhos e, ridicularizando-o, esbofetearam o seu rosto, exclamando: “Profetiza, então, quem de nós esbofeteou o teu rosto”.
Pilatos falou mais verdadeiramente do que ele próprio podia supor quando, depois de Jesus ter sido açoitado, apresentou-o à multidão, exclamando: “Contemplai, eis o homem!”De fato, o governador romano, cheio de temores, mal sonhava que exatamente naquele momento o universo permanecia atento, presenciando essa cena única do seu amado Soberano, assim submetido à humilhação, aos escárnios e aos golpes dos seus súditos mortais pouco esclarecidos e degradados. E o que Pilatos disse ecoou em todo o Nébadon:“Contemplai, eis o Deus e o homem!” Em todo um universo, milhões incontáveis a partir daquele dia continuaram a contemplar aquele homem, enquanto o Deus em Havona, o dirigente supremo do universo dos universos, aceita o homem de Nazaré como sendo a satisfação do ideal para as criaturas mortais desse universo local do tempo e do espaço. Na sua vida sem par, ele nunca deixou de revelar Deus ao homem. Agora, nesses episódios finais da sua carreira mortal e da sua morte subsequente, ele fazia uma revelação nova e tocante do homem para Deus.

3. A GRANDE CONFIABILIDADE DE DAVI ZEBEDEU
Pouco depois de Jesus haver sido entregue aos soldados romanos, na conclusão da audiência perante Pilatos, um destacamento de guardas do templo apressou-se até o Getsêmane para dispersar ou prender os seguidores do Mestre. Mas, muito antes da chegada deles, esses seguidores já se haviam dispersado. Os apóstolos retiraram-se para os esconderijos designados; os gregos separaram-se e foram para várias casas em Jerusalém; os outros discípulos desapareceram do mesmo modo. Davi Zebedeu acreditava que os inimigos de Jesus voltariam; e, assim, logo ele retirou umas cinco ou seis tendas para a ravina, perto de onde o Mestre tão freqüentemente ia orar e adorar. Ali ele propunha esconder e ao mesmo tempo manter um centro, ou uma estação coordenadora, para o serviço dos seus mensageiros. Davi mal tinha deixado o campo quando os guardas do templo chegaram. Não encontrando ninguém ali, contentaram-se em queimar o acampamento e então voltaram apressados para o templo. Ao ouvir o relato deles, o sinédrio ficou satisfeito de que os seguidores de Jesus, tão profundamente amedrontados e subjugados, houvessem fugido, eliminando qualquer perigo de revolta ou tentativa para resgatar Jesus das mãos dos seus executores. Eles podiam afinal respirar com alívio, e assim terminaram a reunião, cada homem tomando o seu caminho a fim de preparar-se para a Páscoa.
Tão logo Jesus havia sido entregue aos soldados romanos por Pilatos, para a crucificação, um mensageiro apressou-se até o Getsêmane para informar a Davi e, em cinco minutos, os corredores estavam a caminho de Betsaida, Pela, Filadélfia, Sidom, Síquem, Hebrom, Damasco e Alexandria. E esses mensageiros levaram as notícias de que Jesus estava para ser crucificado pelos romanos diante da exigência insistente dos dirigentes judeus.
Durante esse dia trágico, até receber o aviso de que o Mestre havia sido colocado na tumba, Davi enviara mensageiros a cada meia hora com relatórios aos apóstolos, aos gregos e à família terrena de Jesus, reunida na casa de Lázaro na Betânia. Quando os mensageiros partiram com a notícia de que Jesus havia sido sepultado, Davi dispensou o grupo de corredores locais para a celebração da Páscoa e para o sábado de descanso, e, em seguida, instruiu-lhes para que se reportassem a ele discretamente no domingo pela manhã, na casa de Nicodemos, onde ele se propunha permanecer escondido por alguns dias com André e Simão Pedro.
Esse Davi Zebedeu, com o seu peculiar modo de pensar, foi o único dos discípulos principais de Jesus que estava inclinado a ter uma visão, ao pé da letra, sobre a afirmação positiva do Mestre de que ele iria morrer e “ressuscitar ao terceiro dia”. Certa vez, Davi ouvira-o fazer essa predição e, tendo uma mente prática e que via as coisas literalmente, agora se propunha reunir os seus mensageiros no domingo, pela manhã bem cedo, na casa de Nicodemos, de modo tal que eles estivessem à mão para disseminar as novas, no caso de Jesus ressuscitar dos mortos. Davi logo descobriu que nenhum dos seguidores de Jesus estava esperando que ele retornasse tão cedo da sepultura; e por isso ele pouco disse sobre a sua crença e nada revelou sobre a mobilização, em sua força plena, dos mensageiros cedo no domingo, exceto para os corredores que haviam sido despachados na sexta-feira, à tarde, para as cidades distantes e para os centros de crentes.
E, assim, esses seguidores de Jesus, espalhados por toda a Jerusalém e pelos seus arredores, naquela noite, compartilharam da Páscoa e no dia seguinte permaneceram em reclusão.
4. A PREPARAÇÃO PARA A CRUCIFICAÇÃO
Pilatos lavou as suas mãos diante da multidão, buscando assim escapar da culpa por mandar um homem inocente para ser crucificado, apenas porque ele temia resistir ao clamor dos dirigentes judeus; e, em seguida, mandou que o Mestre fosse entregue aos soldados romanos e deu instruções ao capitão deles para que o crucificasse imediatamente. Ao tomarem Jesus ao seu encargo, os soldados conduziram-no de volta ao pátio do pretório e, depois de remover o manto que Herodes havia colocado sobre ele, eles vestiram-no com as suas próprias roupas. Esses soldados zombaram e escarneceram dele, mas não mais lhe infligiram nenhuma punição física. Jesus agora estava só com esses soldados romanos. Os seus amigos permaneciam escondidos; os seus inimigos haviam seguido o próprio caminho; até mesmo João Zebedeu não se encontrava mais a seu lado.
Pilatos entregou Jesus aos soldados, pouco depois das oito horas; e um pouco antes das nove, eles partiram para o local da crucificação. Durante esse período de mais de meia hora, Jesus não falou sequer uma palavra. Os assuntos executivos de um grande universo ficaram praticamente em compasso de espera. Gabriel e os seus principais dirigentes de Nébadon encontravam-se reunidos aqui em Urântia, ou então acompanhando de perto os relatórios espaciais dos arcanjos, em um esforço de mantê-los informados sobre o que estava acontecendo ao Filho do Homem em Urântia.
Quando os soldados ficaram prontos para partir com Jesus, em direção ao Gólgota, eles começaram a ficar impressionados com a compostura incomum, e a extraordinária dignidade e o seu silêncio sem queixas de Jesus.
Grande parte da demora em partir com ele para o local da crucificação foi devida à decisão, de última hora, tomada pelo capitão, de levar junto os dois ladrões que haviam sido condenados a morrer; já que Jesus devia ser crucificado naquela manhã, o capitão romano julgou que esses dois podiam muito bem morrer com ele, em vez de esperar pelo fim das festividades da Páscoa.
Tão logo os ladrões puderam ser aprontados, eles foram conduzidos ao pátio, onde, ao olharem para Jesus, um deles estava vendo-o pela primeira vez, mas o outro estivera, por várias vezes, ouvindo-o falar, não apenas no templo, mas, meses antes, no campo de Pela.

5. A MORTE DE JESUS EM RELAÇÃO À PÁSCOA
Não há nenhuma relação direta entre a morte de Jesus e a Páscoa judaica. Verdade é que o Mestre entregou a sua vida na carne nesse dia, o Dia da Preparação para a Páscoa judaica, e por volta da hora do sacrifício dos cordeiros da Páscoa no templo. Mas a coincidência desses acontecimentos de nenhuma maneira indica que a morte do Filho do Homem, na Terra, tenha qualquer ligação com o sistema de sacrifícios dos judeus. Jesus era um judeu, e, como Filho do Homem, era um mortal dos reinos. Os acontecimentos já narrados, que conduziram a esse momento da crucificação iminente do Mestre, são suficientes para indicar que a sua morte por volta desse momento foi uma questão natural e manipulada inteiramente pelos homens.
Foi o homem, e não Deus, que planejou e executou a morte de Jesus na cruz. Bem verdade é que o Pai recusou-se a interferir na marcha dos acontecimentos humanos em Urântia, mas o Pai no Paraíso não decretou, nem exigiu ou solicitou a morte do seu Filho, como foi executada na Terra. É um fato que, de alguma maneira, mais cedo ou mais tarde, Jesus teria tido que se despojar do corpo mortal, da sua encarnação nessa carne, mas ele poderia haver cumprido essa tarefa de inúmeros modos, sem que fosse necessário morrer em uma cruz entre dois ladrões. Tudo isso foi um feito do homem, não de Deus.
Na época do batismo do Mestre, já havia ele concluído a técnica da experiência exigida na Terra e na carne, necessária para completar a sua sétima e última auto-outorga no universo. Nessa mesma época o dever de Jesus na Terra estava já cumprido. Daí por diante, toda a vida que ele viveu e mesmo o modo da sua morte foram uma ministração puramente pessoal da sua parte para o bem-estar e para a elevação das suas criaturas mortais neste mundo e em outros mundos.
O evangelho das boas-novas, de que o homem mortal pode, pela fé, tornar-se consciente espiritualmente de que é um filho de Deus, não depende em nada da morte de Jesus. É bem verdade, de fato, que todo o evangelho do Reino haja sido imensamente iluminado pela morte do Mestre, no entanto foi ainda e muito mais iluminado pela sua vida.
Tudo que o Filho do Homem disse ou fez na Terra embelezou grandemente as doutrinas da filiação a Deus e da fraternidade dos homens, mas essas relações essenciais, entre Deus e os homens, são inerentes aos fatos universais do amor de Deus pelas suas criaturas e à misericórdia inata dos Filhos divinos. Essas relações tocantes e divinamente belas, entre o homem e o seu Criador, neste mundo e em todos os outros, em todo o universo dos universos, têm existido desde a eternidade; e elas não são, em nenhum sentido, dependentes das atuações, como tais, nas auto-outorgas periódicas que fazem os Filhos Criadores de Deus, assumindo assim a natureza e a semelhança das suas inteligências criadas, como uma parte do preço que devem pagar para a aquisição final da soberania ilimitada sobre os seus respectivos universos locais.
O Pai no céu amava os homens mortais na Terra antes da vida e da morte de Jesus, em Urântia, tanto quanto ele ama depois dessa demonstração transcendental de co-participação entre o homem e Deus. Essa transação poderosa da encarnação do Deus de Nébadon, como um homem, em Urântia, não poderia aumentar os atributos do Pai eterno, infinito e universal; no entanto, enriqueceu e iluminou a todos os outros administradores e criaturas do universo de Nébadon. Conquanto não haja de ser por isso que o Pai do céu em nada mais nos amaria, é, todavia, em vista dessa autodoação de Michael que todas as outras inteligências celestes nos amam mais. E isso é assim porque Jesus não apenas fez uma revelação de Deus para o homem, mas porque, do mesmo modo, fez uma nova revelação do homem aos Deuses e às inteligências celestes do universo dos universos.
Jesus não esteve na iminência de morrer em um sacrifício pelo pecado. Ele não iria expiar a culpa moral inata da raça humana. A humanidade não tem uma culpa racial perante Deus. A culpa é puramente uma questão do pecado pessoal e consciente, da rebelião deliberada contra a vontade do Pai e contra a administração dos seus Filhos.
O pecado e a rebelião nada têm a ver com o plano fundamental das auto-outorgas feito para os Filhos do Paraíso de Deus; embora pareça a nós que o plano de salvação seja um aspecto provisional do plano das auto-outorgas.
A salvação dada por Deus aos mortais de Urântia teria sido tão efetiva e inequivocamente segura se Jesus não tivesse sido levado à morte pelas mãos cruéis de mortais ignorantes. Se o Mestre tivesse sido favoravelmente recebido pelos mortais da Terra e se tivesse partido de Urântia por meio da renúncia voluntária da sua vida na carne, o fato do amor de Deus e da misericórdia do Filho – o fato da filiação a Deus – não teria, de nenhum modo, sido afetado. Vós mortais sois filhos de Deus, e apenas uma coisa é exigida para que essa verdade seja factual na vossa existência pessoal, e esta é a vossa fé, nascida do espírito.

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ORAÇÃO AO GRANDE ESPIRITO

Oh! Grande Espírito, que criou tudo antes e que reside em cada objeto, em cada pessoa e em todos os lugares, nós acreditamos em Ti. Nós Te invocamos dos mais distantes lugares para nossa presente consciência. Oh! Grande Espírito do Norte, que dá asas às águas do ar e rola a grossa tempestade de neve antes de Ti. Tu, que cobres a Terra com um brilhante tapete de cristal, principalmente onde a profunda tranquilidade de cada som é maravilhosa. Tempera-nos com a força para permanecermos como parte da nevasca; sim, faça-nos agradecidos pela beleza que flui e se aprofunda sobre a quente Terra em seu despertar. Oh! Grande Espírito do Leste, a Terra do Sol Nascente. Tu que seguras em Tua mão direita os anos de nossas vidas e em Tua mão esquerda as oportunidades de cada dia. Sustenta-nos para que não esqueçamos nossas oportunidades, nem percamos em preguiça as esperanças de cada dia e as esperanças de todos os anos. Oh! Grande Espírito do Sul, cujo quente hálito de compaixão derrete o gelo que circunda nossos corações, cuja fragrância fala de distantes dias de primaveras e verões, dissolve nossos medos, transmuta nossas aversões, acenda nosso amor em chamas de verdade e existentes realidades. Ensina-nos que aquele que é forte é também gentil; que aquele que é sábio tempera justiça com piedade; e aquele que é um verdadeiro guerreiro combina coragem com compaixão. Oh! Grande Espírito do Oeste, a Terra do Sol poente, com Tuas elevadas e livres montanhas, profundas e extensas pradarias, abençoam-nos com a sabedoria da paz que segue a contenção e a liberdade de quem vive como túnica flutuante nas asas da vida bem - disciplinada. Ensina-nos que o fim é melhor que o começo e que o por do sol não glorifica nada em vão. Oh! Grande Espírito dos Céus, em dias de infinito azul e misturado às infindáveis estrelas da noite de cada estação, lembra-nos o quanto és imenso e bonito e majestoso além de todo o nosso conhecimento ou saber, mas que também não estás tão longe de nós, quanto o mais alto de nossas cabeças ou o mais baixo de nossos olhos. Oh! Grande Espírito da Mãe Terra sob nossos pés; Mestra dos metais; Germinadora das sementes e Celeiro de ocultos recursos da Terra, ajuda-nos a dar graças incessantemente pela Tua presente generosidade. Oh! Grande Espírito de nossas almas, que ardes há tempos em nossos corações e em nossas profundas aspirações, fala-nos agora e sempre de tudo que precisamos saber sobre a grandeza e bondade de Teus presentes para a vida, para sermos orgulhosos do inestimável privilégio de viver.

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PRECE SILENCIOSA



A oração Silenciosa é um reconhecimento de Tudo O Que É.
Nesta oração eu sei que tudo que eu evoquei foi ouvido pelo espírito e que me foi dado tudo aquilo que pedi.

É um reconhecimento de que minha alma é completa no amor e na graça de Deus.

É um reconhecimento de meu total estado de perfeição e de Ser. Tudo aquilo que desejo, tudo o que quero co-criar, já esta dentro de minha realidade.

Eu a chamo de Prece Silenciosa porque sei que meu ser já está realizado.
Não há necessidade de pedir nada ao espírito, porque tudo já lhe foi dado.

Em meu coração, eu aceito meu Ser Perfeito.
Eu aceito que a alegria que eu quis já esta em minha vida.

Eu aceito que o amor que rezei por ter já está dentro de mim.
Eu aceito que a paz que pedi já faz parte de minha realidade.

Eu aceito que a abundância que procurei já preenche minha vida.
Em minha verdade, eu aceito meu Ser Perfeito.
Eu assumo responsabilidade por minhas próprias criações,
E todas as coisas que estão dentro de minha vida.

Eu reconheço o poder do espírito que está dentro de mim, e sei que todas as coisas são como devem ser.

Em minha sabedoria, eu aceito meu Ser Perfeito.
Minhas lições foram cuidadosamente escolhidas por mim mesmo, e agora eu caminho por elas em completa experiência.

Meu caminho me leva em uma jornada sagrada com propósito divino.

Minhas experiências se tornam parte de tudo que há.

Em meu conhecimento, eu aceito meu Ser Perfeito.

Neste momento, eu me sento em minha cadeira de ouro e sei que sou um anjo de luz.

Eu olho sobre a bandeja dourada- o presente do Espírito e sei que todos os meus desejos já foram realizados em amor por mim mesmo, eu aceito meu Ser Perfeito.

Não faço julgamentos nem ponho fardos sobre mim mesmo.

Eu aceito que tudo em meu passado foi dado em amor.

Eu aceito que tudo neste momento vem do amor.
Eu aceito que tudo no meu futuro resultará sempre em amor maior.

Em meu ser, eu aceito minha perfeição.

E assim é

Arcanjo Miguel


CONSAGRAÇÃO AO ARCANJO MIGUEL

Eu me visto com a proteção do Arcanjo Miguel e desua Legião Angélica


Eu me visto com sua armadura de Luz e recordo-me,aqui e agora, que EU SOU UM SER DIVINO , Filho de Deus , e tenho ao meu dispor a fé e a fortaleza de Miguel para combater o bom combate contra ataques físicos e espirituais que procedem dos inimigos da Luz.

Eu me protejo com a Espada de Luz do Arcanjo Miguel e com ela corto todos os laços que querem me prender ao desespero, a depressão, ao desânimo , a doença , ao desemprego , ao sofrimento , a perseguições...(coloque aqui o que desejar combater).

Eu me renovo com a Luz Azul - Dourada do Arcanjo Miguel e me purifico com o poder da fé e da alegria que provém de seu amparo.

Eu, na condição de TRABALHADOR DA LUZ , me consagro hoje ao poderoso Arcanjo Miguel e com fé, confio em sua proteção e orientação espiritual todos os dias de minha vida.

Que as bençãos de Miguel e seus Anjos de Luz se derramem sobre meus caminhos e de todos os meus irmãos e irmãs que peregrinam na senda do Amor Incondicional e da Paz Divina.

Assim seja, com o Pai, o Filho e a falange do Espírito Santo. Amém!

(consagração ditada pelo Arcanjo Miguel para todos os que querem colocar-se sob sua proteção ).

Oração



A GRANDE INVOCAÇÃO

Do Ponto de Luz na Mente do Pai,
Flua Luz às Mentes dos Homens,
A Luz está na Terra.
Do Ponto de Amor no Coração do Pai,
Flua Amor aos Corações dos Homens,
Cristo está na Terra.
Do Centro onde a vontade do PAI NOSSO é conhecida,
Guie o propósito as pequenas vontades dos homens,
O propósito que os mestres conhecem e a que servem.
Do Centro a que chamamos Raça dos Homens,
Cumpra-se o Plano de AMOR e LUZ,

A LUZ, o AMOR e o PODER restabeleçam o
PLANO DO PAI NA TERRA!
A LUZ, o AMOR e o PODER restabeleçam o
PLANO DO PAI NA TERRA!
A LUZ, o AMOR e o PODER restabeleçam o
PLANO DO PAI NA TERRA!.

ORAÇÃO PELA PAZ NO MUNDO


Há Uma Paz, Um Poder, Uma Presença, que permeia e penetra em todo o Universo.
É uma Força de Deus. É a Fonte de toda a Existência.
Ela está ativa em todas as coisas.
Ela é uma Energia disponível a toda a humanidade e está presente agora, neste exato momento.

Eu compreendo agora que eu sou um pilar da Paz.
Eu sei que eu sou uno com este Poder. Esta Presença Gloriosa é o alicerce do meu ser.
Esta Energia Cósmica flui através de mim e me conecta com toda a Humanidade.

Eu escolho agora usar este imenso poder da minha mente para criar um mundo digno de todos nós.
Eu dirijo os meus pensamentos em direção à Paz, ao Amor, à Cooperação e eu posso ver todas as pessoas do mundo, unidas em uma Celebração Jubilosa da Vida.
Esta energia que eu libero, transforma este momento e toda a eternidade. As gerações que vierem, serão abençoadas com um mundo baseado na Paz.
Pois eu sei agora que a Paz começa comigo e é o legado legítimo para as Humanidades.
Um legado que eu vivo diariamente com todos os meus pensamentos, palavras e ações.

A Paz está aqui agora!
A Paz está aqui para sempre!

Eu agradeço por este momento sagrado de Paz. Eu agradeço por uma eternidade de Paz.
Eu agradeço pela minha família global que vive na Paz.
Eu agradeço pelos laços de amor que nos unem com força e coragem para criar o mundo dos nossos sonhos.

Um Mundo de Paz.

Um Mundo Amoroso.

Um Mundo Pleno de Infinitas Possibilidades.

Eu sou Uno com toda a Existência.
Eu sou Uno com a Fonte da própria Vida.
Eu sou Uno com a Presença da Paz e compartilho estas bênçãos com todo o mundo.

Eu sei que as minhas palavras são cheias de Verdade e de Poder e eu as libero à Lei Universal da Vida.
Eu sei que como eu o disse, assim será.

E assim é.

Paz. Paz. Paz.
Amém.

ORAÇÃO DIÁRIA DO GUARDIÃO DA CHAMA

ORAÇÃO DIÁRIA DO GUARDIÃO DA CHAMA

Uma chama é Ativa.
Uma Chama é Vital
Uma Chama é Eterna.

EU SOU uma Chama Divina de amor radiante
Que emana do Coração de Deus.

No Grande Sol Central
E desce do Mestre da vida!

O meu ser transborda agora com a suma Consciência Divina e a Percepção Solar dos bem-amados Hélios e Vesta.

Peregrino na Terra, avanço cada dia pelo caminho da Vitória dos Mestres Ascensos que me conduz à liberdade eterna pelo poder do fogo sagrado hoje e sempre, manifestando-se continuamente nos meus pensamentos, sentimentos e percepções, transcendendo e transmutando, todos os elementos terrenos nos meus quatro corpos inferiores e libertando-me, pelo poder do fogo sagrado,

Desses focos de energia corrompida, presentes no meu ser.

EU SOU libertado neste instante de tudo o que escraviza pelas correntes da chama divina.

Do próprio fogo sagrado, cujo efeito ascendente faz de mim Deus em Manifestação, Deus em ação, por ele guiado.

Eu Sou um só com Sua consciência!

EU Sou uma chama ativa!

EU Sou uma chama vital!

EU Sou uma chama eterna!

EU Sou uma centelha de fogo em expansão originada no Grande Sol central atraindo a mim agora todos os raios de divina energia de que necessito e que nunca pode ser qualificada pela criação humana e que me inunda da luz e da divina iluminação de mil sóis para que exerça o domínio e seja eternamente a suprema autoridade onde quer que eu esteja!

Onde eu estou, está Deus também.

Para sempre EU SOU um só com Ele intensificando a minha luz com o sorriso do seu esplendor,

A plenitude do Seu Amor a onisciência da Sua Sabedoria, e o poder da sua Vida eterna e o poder da Sua Vida eterna, que automaticamente me leva nas assas vitoriosas da ascensão, que farão regressar ao Coração de Deus do qual eu desci na verdade, para cumprir a sua Vontade e a todos manifestar a vida abundante!

ORAÇÃO PELOS ELEMENTAIS
Em nome da Minha poderosa presença do EU SOU
Vou Curar Milhões de Elementais na Terra

Amada e poderosa Presença do EU SOU, em nome do meu Santo Cristo Pessoal e pelo amor, sabedoria e poder da minha Chama Trina, invoco a ação transmutadora do fogo do meu ser, multiplicado pela Chama Violeta, multiplicada pelo fogo do Grande Sol Central e pelo Magneto do Grande Sol Central!
Invoco esta ação em prol de toda vida elemental, incluindo o meu elemental do corpo e os elementais dos corpos de todas as almas em evolução no planeta Terra.

Peço que a porção da Chama por mim invocada e tudo o que EU SOU possam agora curar milhões e milhões de elementais na Terra!
Decreto que isto aconteça em nome da minha própria Cristicidade, em nome de me tornar o Mestre Ascenso que serei e que já sou, pois a semente está encerrada dentro de si mesma e, a semente da minha poderosa Presença do EU SOU está comigo dentro do meu coração!
Portanto, dedico as porcentagens do fogo da minha corrente de vida permitidas pelos Senhores do Carma, à libertação de toda vida elemental.

Assim o declaro em nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo e da Mãe Divina universal e aceito que isso se manifeste agora mesmo com pleno poder e com a benção dos Senhores do Carma.
Amém!

APELO E ORAÇÃO A SER REALIZADA NO MOMENTO DE CURA



Mestre Jesus Cristo, venho diante de vós, rogar a assistência de tuas sagradas mãos de cura e amor, para que as direcione em favor de ...(nome das pessoas as quais será direcionada a cura).

Que neste momento em suas vidas passam por debilidades em seus corpos de manifestação, nesse plano de re-educação da consciência.

Perdoai-os e curai-os. Pelos medos e escolhas que produziram as moléstias que os afligem nesse instante de suas jornadas.

Perdoai e curai todos os pensamentos desequilibrados que foram gerados em suas mentes,

Perdoai e curai todas as emoções desarmonizadas que foram geradas por seus egos,

Perdoai e curai todas as freqüências mal qualificadas que foram geradas por suas vibrações,

Perdoai e curai todas as suas ações e verbos que foram gerados pelos desequilíbrios de sua manifestação física,

E que produziram todo o mal que se materializou em seus corpos, trazendo as enfermidades e a redução de sua luz interior.

Mestre Jesus Cristo, utilizai-se de nosso amor e das pessoas que juntam-se a nós nesse momento e que entregam a frequência do amor como forma de doação e cura a esses irmãos, que sofrem de seus males nesse instante.

Que o espírito santo e as falanges dos anjos de cura desçam sobre cada uma dessas pessoas e cure e as abençõe.

Agora Mestre Jesus Cristo, que todos se encontram perdoados e curados, que as energias que os agrediam sejam direcionadas para os planos de luz de Deus Pai-Mãe, e lá, sejam requalificados na lei do Amor Uno.

Que vossas sagradas mãos toquem nas profundezas do coração da Humanidade curando-a para a glória de Nosso Senhor.

EU SOU A CURA
EU SOU O AMOR
EU SOU A CURA E O AMOR
CURANDO, CURANDO, CURANDO.

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