Esteja sempre com Deus em seu coração!

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AMADA MARIA

VAMOS EMANAR LUZ E AMOR A GAIA!!

Imaginem que sozinhos somos uma força que cria e emana luz,mas se somos muitos essa emanação é muito maior! Vamos praticar a Unidade em busca de um Planeta melhor e mandarmos não só uma vibração, mas muitas para Gaia! Junte-se a nós! Para isso ,basta somente entrar no blog como seguidor ou se, você já tem uma conta google ou open id . É somente marcarmos a presença no quadro abaixo ,para sabermos as pessoas que estão emanando luz ,e a quantidade emanada!Siga alguns passos que estaremos disponibilizando abaixo. Mãos unidas e começar a trabalhar. Participe faça um pouquinho pela nossa Gaia e você não imagina o quanto estará fazendo de bem para nosso planeta e para vocês mesmos! jjklj.gif (14146 bytes) AJUDE-NOS A LIMPAR A ATMOSFERA TERRESTRE. Se você enviou amor para Gaia hoje e está ajudando na limpeza da Atmosfera Terrestre, se apresente no Mural abaixo querido irmão/a. OBRIGADO!! :) MÉTODO DE ENVIO DE GAIA AMOR MÉTODO UTILIZADO PELO GRUPO-CÍRCULOS Alexiis NOTA - Vemos, irmãos, a ação a ser tomada com toda a força necessária, diariamente, não importa o tempo agora, porque fechamos os olhos e entramos no mundo da imaginação, um lugar onde não há tempo dimensional, e pode ser mais real do que o físico bem conhecido ... Nós encaramos todos os envolvidos juntos em um círculo, unindo as nossas energias de Luz e Amor do 12 em um, como uma consciência de grupo de nós mesmos e nossos eus superiores,-que já estamos cientes deste cada unidade de energia-este Luz unificada e Amor ... a inalar ... exalar e do nosso coração ... com vista no centro de Gaia ... com esta unificada coração Um sopro ... e depois ... também, uma forma mais dirigida à consciência da humanidade, com a mesma intenção, e, portanto, repetido seis respirações coração de Gaia, e outro seis respirações expandiu-se para a consciência da humanidade. E depois entramos numa meditação livre ... onde todos nós estamos na Nova Terra que já está criado ... vivendo com alegria absoluta que sabemos sobre o nosso grupo, todos os grupos, e toda a humanidade que vibra neste estado de consciência existe lá ... Esta é a base para todas as atividades também na unidade total, é no grupo que é cada um / a, nós visualizamos todos os grupos dentro de um círculo maior ou esfera em equilíbrio total, onde somos um com a mesma intenção de ajudar Gaia e toda a humanidade. CERIMÔNIA dia fazendo - disse, sentindo e sendo o folowing ... 1 .- I, da guarda / na do pilar da minha própria luz, ativo, neste lugar na Terra, a energia da luz, o maior bem de nossa querida Mãe Terra e toda a humanidade. 2 .- I, da guarda / na coluna de meu amor próprio, ativo, neste lugar na Terra, a energia do amor, pois o maior bem de nossa querida Mãe Terra e toda a humanidade. 3 .- I, da guarda / na do pilar da minha própria unidade, ativo, neste lugar na Terra, a energia da unidade para o maior bem de nossa querida Mãe Terra e toda a humanidade. 4 .- I, da guarda / na do pilar da minha própria liberdade, a atividade desta parte da Terra, a energia da liberdade, para o maior bem de nossa querida Mãe Terra e toda a humanidade. 5 .- I, da guarda / na do pilar da minha própria sabedoria, ativo, neste lugar na Terra, a energia da sabedoria, para o maior bem de nossa querida Mãe Terra e toda a humanidade. 6 .- I, da guarda / na do pilar da minha própria felicidade, ativo, neste lugar na Terra, a energia da alegria, para o maior bem de nossa querida Mãe Terra e toda a humanidade. 7 .- I, pilar da guarda / na da minha própria paz, Ativo, nesta parte da Terra, a energia da paz, para o maior bem de nossa querida Mãe Terra e toda a humanidade. 8 .- I, da guarda / na coluna de minha própria vontade, ativo, neste lugar na Terra, a energia de harmonia, pois o maior bem de nossa querida Mãe Terra e toda a humanidade. 9 .- I, pilar da guarda / na da minha própria gratidão, ativo, neste lugar na Terra, a energia da gratidão, pelo bem maior da nossa querida Mãe Terra e toda a humanidade. 10 .- I, pilar da guarda / na da minha própria Verdade, Ativo, nesta parte da Terra, a energia da verdade, pois o maior bem de nossa querida Mãe Terra e toda a humanidade. Nós combinamos as energias dos 10 pilares da IGHLUZ para ativar todas as energias de: Luz, Amor, Unidade, Liberdade, Sabedoria, Alegria, Paz, Harmonia, Gratidão e Verdade, em colaboração com os nossos eus superiores, com todos os Seres de Luz sempre nos ajudando com os Devas e os Elementais desse lugar, e, o Grande Energia Cósmica Universal de Cristo, para o maior bem de nossa querida Mãe Terra e toda a Humanidade Alexiis Blog: http://alexiis-vozdelaluz.blogspot.com
DEARS BROTHERS AND SISTERS!! Each day come and take a few minutes of your attention and emanation of light to Gaia and so we have a stream of people pouring love and light to all mankind and Gaia! Only write in this box and know that every brother participates and the number of people sending their energy for our beloved planet! Kisses in the heart of each brother, lightworker! Gisele Merise

segunda-feira, 10 de outubro de 2011

SÉRIE: A VIDA E OS ENSINAMENTOS DE JESUS – A CAMPANHA NA DECÁPOLIS (40)

Esta série foi extraída do Livro de Urântia. Os 77 capítulos, mais de 700 páginas, que ocupam um terço do livro, dão dia a dia, toda a vida de Jesus Cristo desde sua infância. Dão 16 vezes mais informações sobre a vida e os ensinamentos de Jesus do que a Bíblia. É o relato mais espiritual sobre Jesus até hoje escrito.

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A CAMPANHA NA DECÁPOLIS
Quando Jesus e os doze chegaram ao parque de Magadam, encontraram um grupo de quase cem evangelistas e discípulos aguardando por eles, incluindo o corpo de mulheres; e eles dispuseram-se imediatamente ficando prontos para começar a campanha de ensinamento e de pregação pelas cidades da Decápolis.
Nessa quinta-feira, 18 de agosto pela manhã, o Mestre reuniu os seus seguidores e ordenou que cada um dos apóstolos associar-se-ia a um dos doze evangelistas e que, junto ainda com outros evangelistas, deveriam sair em doze grupos para trabalhar nas cidades e aldeias da Decápolis. Ele ordenou, ao corpo de mulheres e aos discípulos restantes, que permanecessem com ele. Jesus destinou quatro semanas a essa viagem, instruindo os seus seguidores para que retornassem a Magadam não depois de sexta-feira, 16 de setembro. Prometeu visitá-los frequentemente durante esse tempo. Durante esse mês, os doze grupos trabalharam em Gerasa, Gamala, Hipos, Zafom, Gadara, Abila, Edrei, Filadélfia, Hesbon, Dium, Sitópolis e muitas outras cidades. Durante essa viagem, não aconteceu nenhum milagre de cura, nem outros eventos extraordinários.
1. O SERMÃO SOBRE O PERDÃO
Certa noite em Hipos, Jesus ensinou sobre o perdão, em resposta a uma pergunta de um discípulo. Disse o Mestre:
“Se um homem de bom coração tem cem ovelhas, e uma delas desvia-se, não deixa imediatamente as noventa e nove e sai em busca daquela que se desviou? E se for um bom pastor, não permanecerá em busca da ovelha perdida até encontrá-la? E então, quando o pastor tiver encontrado a sua ovelha perdida, ele a colocará nos ombros e, rejubilante, chamará os seus amigos e vizinhos, para ‘rejubilar-se comigo, pois eu encontrei minha ovelha que estava perdida’. Eu declaro que há mais alegria no céu por causa de um pecador que se arrepende, do que por causa de noventa e nove pessoas corretas que não precisam de arrependimento. E, mesmo assim, não é da vontade do meu Pai no céu que nenhuma dessas pequeninas se perca, e muito menos que elas pereçam. Na vossa religião, Deus pode receber os pecadores arrependidos; no evangelho do Reino, o Pai sai para encontrá-los, antes até mesmo de que eles pensem seriamente em arrependimento.
“O Pai do céu ama os seus filhos; e, portanto, deveríeis aprender a amar-vos uns aos outros; o Pai do céu perdoa os vossos pecados; e, portanto, deveríeis aprender a perdoar-vos uns aos outros. Se o vosso irmão peca contra vós, ide até ele e, com tato e paciência, mostrai a ele o seu erro. E fazei tudo isso apenas entre vós e ele, a sós. Se ele vos escutar, então conquistastes o vosso irmão. Mas se o vosso irmão não vos escutar, se ele persistir no caminho do erro, ide novamente a ele, levando convosco um ou dois amigos comuns, para que possais ter duas, ou mesmo três testemunhas, para confirmar o depoimento dele e estabelecer o fato de que vós tratastes com justiça e com misericórdia ao vosso irmão que vos ofendeu. E, ainda, se ele se recusa a ouvir os vossos irmãos, podeis contar o caso à fraternidade e, então, se ele se recusar a ouvir a congregação, deixai que tomem as providências que julgarem sábias; e deixai que esse membro, obstinado assim, se torne um pária deste reino. Se bem que não podeis pretender fazer o julgamento das almas dos vossos semelhantes, e, embora não possais perdoar pecados, nem presumir, de qualquer outro modo, usurpar as prerrogativas dos supervisores das hostes celestes, ao mesmo tempo, a vós foi confiado manterdes a ordem temporal deste reino da Terra. Apesar de não poderdes interferir nos decretos divinos que dizem respeito à vida eterna, ireis determinar as questões da conduta, no que disserem respeito ao bem-estar temporal da fraternidade na Terra. E assim, em todas essas questões ligadas à disciplina da irmandade, o que vós decretardes na Terra será reconhecido no céu. Embora não possais determinar o destino eterno do indivíduo, podeis legislar a respeito da conduta do grupo, pois, naquilo em que dois ou três de vós concordardes, a respeito de qualquer dessas coisas e perguntardes a mim, assim será feito para vós, se o vosso pedido não for incompatível com a vontade do meu Pai no céu. E tudo isso é, para sempre, a verdade, pois, naquilo em que dois ou três crentes estiverem juntos, lá eu estarei no meio deles”.
Simão Pedro era o apóstolo encarregado dos trabalhadores em Hipos e quando ouviu Jesus falar assim perguntou: “Senhor, quantas vezes o meu irmão pecará contra mim, e quantas eu devo perdoá-lo? Até sete vezes?” E Jesus respondeu a Pedro: “Não apenas sete vezes, mas mesmo até setenta e sete vezes. E, portanto, o Reino do céu pode ser comparado a um certo rei que ordenou uma verificação financeira das contas dos seus intendentes. E, quando começaram a fazer esse exame das contas, foi trazido diante dele um dos seus principais servidores, o qual confessava dever dez mil talentos ao seu rei. Ora, esse oficial da corte do rei argumentou que, havendo passado por tempos difíceis, não possuía com o que pagar a sua obrigação. Assim, o rei ordenou que a sua propriedade fosse confiscada, e que os seus filhos fossem vendidos para pagar o seu débito. Quando esse servidor ouviu essa dura sentença, ele caiu com o rosto no chão, diante do rei, implorando-lhe que tivesse misericórdia e que lhe concedesse mais tempo, dizendo: ‘Senhor, tem um pouco mais de paciência comigo, e eu te pagarei tudo’. E quando o rei olhou para esse servidor negligente e para a sua família, ficou comovido de compaixão. E ordenou que fosse liberado e que a sua dívida fosse totalmente perdoada.
“E esse importante servidor, tendo assim recebido a misericórdia e o perdão das mãos do rei, retornou aos seus afazeres. Depois disso, encontrando um dos seus subordinados que lhe devia a mera quantia de cem denários, aproximou-se dele e, pegando-o pelo pescoço, disse: ‘Paga tudo o que me deve’. E, então, esse servidor caiu aos pés do seu dirigente e, implorando-lhe, disse: ‘Tem só um pouco de paciência comigo, e em breve poderei pagar-te’. Mas o servidor dirigente não demonstrou misericórdia para com o seu companheiro servidor e, ao contrário, mandou-o para a prisão, até que pagasse o seu débito. Quando os companheiros servidores viram o que havia acontecido, ficaram tão aflitos que foram contar tudo ao senhor e mestre, o rei. Quando o rei ouviu sobre o que o seu servidor dirigente fizera, chamou esse homem ingrato e implacável diante de si e disse: ‘Tu és um servidor maldoso e indigno. Quando buscaste a compaixão, eu te perdoei graciosamente de toda a tua dívida. Por que tu não mostraste misericórdia também para com o teu companheiro servidor, do mesmo modo que mostrei misericórdia para contigo?’ E o rei ficou com tanta raiva que entregou o servidor ingrato aos soldados, para que eles o prendessem até que ele pagasse tudo o que devia. E, desse mesmo modo, o meu Pai celeste mostrará a mais abundante misericórdia para com aqueles que graciosamente demonstrarem misericórdia para com os seus semelhantes. Como podeis vós vir a Deus, pedindo consideração pelas vossas faltas, se tendes o hábito de castigar os vossos irmãos por serem culpados dessas mesmas fragilidades humanas? Eu digo a todos, dentre vós: graciosamente recebestes as boas coisas do Reino e, portanto, gratuitamente deveis dá-las aos vossos companheiros na Terra”.
Assim Jesus ensinou sobre os perigos, e ilustrou a injustiça que é fazer um julgamento pessoal do semelhante. A disciplina deve ser mantida, a justiça deve ser administrada, mas, em todas essas questões, a sabedoria da fraternidade deve prevalecer. Jesus investiu o grupo com autoridade legislativa e judiciária, não o indivíduo. E mesmo esse investimento de autoridade no grupo, não deve ser exercido com autoridade pessoal. Há sempre o perigo de que o veredicto dado por um indivíduo possa ser deformado pelo preconceito, ou distorcido pela paixão. O julgamento grupal é mais apropriado para remover tais perigos e eliminar as injustiças da propensão pessoal. Jesus buscou sempre minimizar os elementos de injustiça, de retaliação e de vingança.
[O uso da expressão setenta e sete como uma ilustração de misericórdia e clemência veio das escrituras; em uma referência à exultação de Lamec, por causa da arma de metal do seu filho Tubal-Caim. Ao comparar esses instrumentos superiores com os dos seus inimigos, exclamou: “Se Caim, sem nenhuma arma na sua mão, foi vingado sete vezes, eu serei agora setenta e sete vezes vingado”.]
2. O ESTRANHO PREGADOR
Jesus foi a Gamala, para visitar João e aqueles que trabalhavam com ele naquela cidade. Nessa noite, depois da sessão de perguntas e respostas, João disse a Jesus: “Mestre, ontem eu fui até Astarot para ver um homem que estava ensinando em teu nome, e até mesmo clamando ser capaz de expulsar demônios. Ora, esse homem nunca esteve conosco, nem jamais nos seguiu; por isso eu proibi-o de fazer essas coisas”. E então disse Jesus: “Não o proíbas. Não percebes que esse evangelho do Reino em breve será proclamado em todo o mundo? Como podes esperar que todos aqueles que acreditam no evangelho fiquem sujeitos à tua direção? Rejubila-te porque o nosso ensinamento já começou a manifestar-se para além das fronteiras da nossa influência pessoal. Acaso tu não vês, João, que aqueles que professam fazer grandes trabalhos em meu nome acabarão, finalmente, dando suporte à nossa causa? Eles certamente não se apressarão em me maldizer. Meu filho, em questões dessa espécie seria melhor que tu reconhecesses que aquele que não está contra nós, está a nosso favor. Nas gerações vindouras, muitos homens que não são integralmente dignos farão muitas coisas estranhas em meu nome, mas eu não os proibirei. Eu te digo que, até mesmo quando um copo de água for dado a uma alma sedenta, os mensageiros do Pai sempre registrarão um tal serviço de amor”.
Essa instrução deixou João bastante desconcertado. Será que ele não tinha antes ouvido o Mestre dizer: “Aquele que não está comigo, está contra mim”? Mas João não havia percebido que, neste caso, Jesus estava referindo-se à relação pessoal do homem com os ensinamentos espirituais do Reino; enquanto no outro caso a equiparação havia sido feita com as relações externas e amplamente sociais, dos crentes, para com as questões do controle administrativo e jurisdição, de um grupo de crentes, sobre o trabalho de outros grupos, os quais finalmente iriam compor a fraternidade mundial vindoura.
Contudo, muitas vezes João relatou essa experiência, por ocasião dos seus trabalhos subsequentes em benefício do Reino. E, com frequência, os apóstolos consideraram como ofensiva toda a pregação daqueles que decidiram ensinar em nome do Mestre. Sempre lhes pareceu impróprio que, aqueles que nunca se sentaram aos pés de Jesus, ousassem ensinar em nome dele.
Esse homem, a quem João proibiu de ensinar e trabalhar, em nome de Jesus, não deu atenção maior à proibição do apóstolo. Ele continuou com os seus esforços e formou um grupo considerável de crentes, em Canata, antes de ir para a Mesopotâmia. Esse homem, Aden, havia sido levado a acreditar em Jesus por meio do testemunho daquele demente a quem Jesus curara, perto de Queresa, e que, com tanta confiança, havia acreditado que os supostos espíritos impuros, que o Mestre expulsara dele, haviam entrado na vara de porcos, levando-os todos a se destruírem, caindo de um precipício.
3. O ENSINAMENTO PARA OS INSTRUTORES E PARA OS CRENTES
Em Edrei, onde Tomé e os seus condiscípulos trabalhavam, Jesus passou um dia e uma noite e, no curso da discussão à noite, deu expressão aos princípios que deveriam guiar aqueles que pregam a verdade, e que deveriam dar esse estímulo a todos que ensinam o evangelho do Reino. Resumido e reformulado, em uma linguagem moderna, eis o que Jesus ensinou:
Sempre respeitar a personalidade do homem. Uma causa justa não deveria jamais ser promovida pela força; as vitórias espirituais apenas podem ser ganhas pelo poder espiritual. Essa determinação contra o emprego de influências materiais refere-se à força psíquica, tanto quanto à força física. Os argumentos esmagadores, e a superioridade mental, não devem ser empregados para coagir os homens e as mulheres a abraçar o Reino. A mente do homem não deve ser subjugada apenas pelo peso da lógica, nem intimidada pela eloquência astuta. Ainda que a emoção, como um fator para as decisões humanas, não possa ser totalmente eliminada, não deveria ser feito um apelo direto a ela, nos ensinamentos dados àqueles que gostariam de avançar na causa do Reino. Fazei os vossos apelos diretamente ao espírito divino que reside no interior das mentes dos homens. Não façais apelos ao medo, à piedade, nem a meros sentimentos. Ao fazer apelos aos homens, sede equânimes; exercei o autocontrole e demonstreis uma reserva devida; demonstrai um respeito oportuno pelas personalidades dos vossos discípulos. Lembrai-vos de que eu disse: “Vede, eu estou à porta e bato; e se alguém abri-la, eu entrarei”.
Ao trazer os homens para o Reino, não diminuais, nem destruais o seu auto-respeito. Conquanto um excesso de auto-respeito possa destruir a humildade adequada e acabar com o orgulho, a presunção e a arrogância; muitas vezes a perda do auto-respeito leva à paralisação da vontade. O propósito deste evangelho é restaurar o auto-respeito, para aqueles que o hajam perdido, e restringi-lo para aqueles que o mantêm. Não cometais o engano de condenar apenas os erros nas vidas dos vossos alunos; lembrai-vos também de dar um reconhecimento generoso a coisas mais dignas de louvor nas suas vidas. Não esqueçais de que nada impedirá que eu busque restaurar o auto-respeito daqueles que o perderam e que realmente desejam reconquistá-lo.
Tomai cuidado para que não firais o auto-respeito das almas tímidas e temerosas. Não vos permitais ser sarcásticos às custas dos meus irmãos de mente simples. Não sejais cínicos com os meus filhos temerosos. A preguiça é destrutiva para o auto-respeito; portanto, aconselhai os vossos irmãos a manterem-se sempre ocupados com as tarefas que escolheram, e não poupeis esforços para assegurar trabalho àqueles que se encontram sem emprego.
Que vós não sejais culpados pelo uso de táticas indignas, tais como tentar amedrontar os homens e as mulheres para que entrem no Reino. Um pai que ama, não amedronta os seus filhos para que sejam obedientes às suas exigências justas.
Os filhos do Reino acabarão por compreender que os sentimentos fortes de emoção, não são equivalentes à condução do espírito divino. Ficar fortemente impressionado e levado a fazer alguma coisa ou a ir a um certo lugar não significa necessariamente que tal impulso seja proveniente de um guiamento do espírito residente.
Preveni a todos os crentes a respeito do nível de conflito que deve ser enfrentado por todos aqueles que passam da vida, como é vivida na carne, para a vida mais elevada, como é vivida no espírito. Para aqueles que vivem inteiramente dentro de qualquer dos reinos, há um pequeno conflito ou confusão, mas todos estão fadados a experimentar uma incerteza, maior ou menor, durante os tempos de transição entre os dois níveis de vida. Vós não podeis escapar das vossas responsabilidades, nem evitar as obrigações do Reino, ao entrardes nele, mas lembrai-vos: O jugo do evangelho é fácil de levar, e o fardo da verdade é leve.
O mundo está cheio de almas famintas que, mesmo estando em presença do pão da vida, passam fome; homens morrem à procura do próprio Deus que vive dentro deles. Homens buscam os tesouros do Reino com os corações cheios de anseio e os pés cansados; e os tesouros estão todos dentro do alcance imediato da fé viva. A fé é para a religião o que as velas são para um barco: um acréscimo na força, não uma carga a mais na vida. Só há uma luta para aqueles que entram no Reino, e esta é a boa batalha da fé. O crente tem apenas uma batalha, e esta é contra a dúvida – a descrença.
Ao pregar o evangelho do Reino, vós estais simplesmente ensinando a amizade a Deus. E essa amizade é tão atraente para os homens quanto o é para as mulheres, pois ambos encontrarão aquilo que satisfaz, mais verdadeiramente, aos seus desejos característicos e ideais. Dizei aos meus filhos que eu sou, não apenas terno, para com os seus sentimentos, e paciente, com as suas fraquezas, mas que sou também sem piedade, com o pecado, e intolerante, com a iniqüidade. Sou de fato manso e humilde, na presença do meu Pai, mas me torno implacável e inexorável, na mesma medida, quando há erro deliberado e rebelião pecaminosa, contra a vontade do meu Pai no céu.
Não ireis nunca descrever o vosso Mestre como um homem de pesares. As gerações futuras conhecerão também o resplendor do nosso júbilo, a alegria da nossa boa vontade e a inspiração do nosso bom humor. Proclamamos uma mensagem de boas-novas, que é contagiante, pelo seu poder de transformação. A nossa religião está pulsando, com nova vida e novos significados. Aqueles que aceitam esse ensinamento ficam repletos de júbilo e, nos seus corações, são levados a rejubilarem-se ainda mais. Uma felicidade crescente é a experiência contínua para todos aqueles que estão seguros a respeito de Deus.
Ensinai todos os crentes a evitar que se apóiem nos esteios inseguros da falsa caridade. Vós não podeis desenvolver um caráter forte a partir da indulgência na autopiedade; esforçai-vos honestamente para evitar a influência enganosa da mera irmanação na miséria. Estendei a vossa compaixão aos valentes e aos corajosos, ao mesmo tempo, evitando dedicar um excesso de piedade àquelas almas covardes que, apenas frouxamente, se postam diante das provações da vida. Não ofereçais consolo àqueles que caem diante dos próprios problemas, sem uma luta. Não dediqueis a vossa compaixão aos vossos semelhantes apenas para que, em retribuição, eles possam simpatizar convosco.
Quando os meus filhos tornam-se autoconscientes da segurança da divina presença, essa fé expande a mente, enobrece a alma, reforça a personalidade, aumenta a felicidade, aprofunda a percepção espiritual e realça o poder de amar e ser amado.

Ensinai a todos os crentes que aqueles que entram no Reino não se tornam, por isso, imunes aos acidentes do tempo, nem às catástrofes ordinárias da natureza. Crer no evangelho não terminará com os problemas, mas irá assegurar que vós não tereis medo, quando os problemas baterem à vossa porta. Se ousardes crer em mim e se, de todo o vosso coração, continuardes a seguir-me, fazendo isso vós ireis, com toda a certeza, entrar no caminho que vos afasta de problemas. Eu não vos prometo livrar-vos das águas da adversidade, mas eu vos prometo estar convosco durante todas elas.
E Jesus ensinou muito mais a esse grupo de crentes antes que se preparassem para o sono daquela noite. E, aqueles que ouviram essas palavras, guardaram-nas no coração como um tesouro e, muitas vezes, recitaram-nas para a edificação daqueles apóstolos e discípulos que não estiveram presentes quando elas foram pronunciadas.
4. A CONVERSA COM NATANAEL
E então Jesus tomou o rumo de Ábila, onde Natanael e os seus companheiros trabalhavam. Natanael andava muito incomodado com alguns dos pronunciamentos de Jesus que pareciam depreciar a autoridade das escrituras hebraicas reconhecidas. E, assim sendo, nessa noite, depois do período usual de perguntas e respostas, Natanael levou Jesus para longe dos outros e perguntou: “Mestre, poderias confiar em mim, a ponto de fazeres com que eu conheça a verdade sobre as escrituras? Eu observo que nos ensinas apenas uma parte das escrituras sagradas – a melhor, segundo o que posso notar – e concluo que rejeitas os ensinamentos dos rabinos, que afirmam que as palavras da lei são as próprias palavras de Deus, que estavam com Deus no céu antes mesmo dos tempos de Abraão e Moisés. Qual é a verdade sobre as escrituras?” Ao ouvir a pergunta do seu apóstolo desnorteado, Jesus respondeu:
“Natanael, julgaste certo; não considero as escrituras como os rabinos as consideram. E falarei contigo sobre essa questão, sob a condição de que tu não relates essas coisas aos teus irmãos, pois nem todos estão preparados para receber esse ensinamento. As palavras da lei de Moisés, e os ensinamentos das escrituras, não existiam antes de Abraão. Apenas em tempos recentes as escrituras foram formadas, como agora as conhecemos. Embora contenham o melhor dos pensamentos mais elevados, e das aspirações do povo judeu, elas também contêm muita coisa que está longe de representar o caráter e os ensinamentos do Pai, no céu; e é por essa razão que eu devo escolher, dentre os melhores ensinamentos, aquelas verdades que devem ser reunidas para o evangelho do Reino.
“Essas escrituras são um trabalho executado por homens; alguns deles homens santos, outros não o sendo totalmente. Os ensinamentos desses compêndios representam as visões e a extensão do esclarecimento dos tempos, nos quais tiveram a sua origem. Como revelação da verdade, os últimos são mais confiáveis do que os primeiros. As escrituras são errôneas e de todo humanas, pela sua origem, mas não vos enganeis, elas constituem a melhor coleção de sabedoria religiosa e verdade espiritual a ser encontrada em todo o mundo, neste momento.
“Conquanto muitos desses livros não hajam sido escritos pelas pessoas cujos nomes constam neles, isso, de modo algum, vai em detrimento do valor das verdades que contêm. Se a história de Jonas não for um fato, mesmo se Jonas não tiver vivido nunca, ainda assim a profunda verdade dessa narrativa, o amor de Deus por Nínive e pelos chamados pagãos, não seria menos preciosa, aos olhos de todos aqueles que amam os seus semelhantes. As escrituras são sagradas porque elas apresentam os pensamentos e atos de homens que estavam em busca de Deus, e que, nesses escritos, deixaram registrados os seus conceitos mais elevados de retidão, verdade e santidade. As escrituras contêm muito que é verdade, muito mesmo, entretanto, à luz dos vossos ensinamentos atuais, vós podeis entender que esses escritos contêm também bastante coisa que apenas de um modo falso representa o Pai do céu, o Deus de amor que eu vim revelar a todos os mundos.
“Natanael, nunca te permita, nem por um momento, acreditar nos registros daquelas escrituras que te dizem que o Deus do amor comandou aos teus antepassados que prosseguissem na batalha para matar todos os inimigos deles – homens, mulheres e crianças. Alguns registros são as palavras de homens, e de homens não muito santos; essas não são a palavra de Deus. As escrituras refletem sempre, e sempre refletirão, o status intelectual, moral e espiritual daqueles que as criaram. Acaso não percebeste que os conceitos de Yavé crescem, em beleza e glória, à medida que os profetas fazem os seus registros, de Samuel a Isaías? E tu deverias lembrar-te de que as escrituras são destinadas à instrução religiosa e ao guiamento espiritual. Elas não são uma obra, nem de historiadores, nem de filósofos.
“A coisa mais deplorável não é meramente a idéia errônea da perfeição absoluta dos registros das escrituras e da infalibilidade dos seus ensinamentos; mas, a interpretação confusa e errada que os escribas e os fariseus em Jerusalém, escravizados à tradição, fazem desses escritos sagrados, pode ser mais deplorável. E agora eles irão empregar a doutrina de que as escrituras são tão inspiradas quanto as interpretações falaciosas que fazem delas, no seu esforço determinado para resistir a esses novos ensinamentos do evangelho do Reino. Natanael, nunca esqueças, o Pai não limita a revelação da verdade a nenhuma geração, nem a nenhum povo. Muitos buscadores honestos da verdade têm sido, e continuarão a ser, confundidos e desalentados por essas doutrinas da perfeição das escrituras.
“A autoridade da verdade é o próprio espírito que reside nas suas manifestações vivas e não as palavras mortas dos homens menos iluminados, e supostamente inspirados, de uma outra geração. E ainda que esses homens santos de outrora tivessem vivido vidas inspiradas e preenchidas pelo espírito, isso não quer dizer que as palavras deles sejam, do mesmo modo, espiritualmente inspiradas. Hoje, não fazemos o registro dos ensinamentos do nosso evangelho do Reino, para que, quando eu tiver partido, não vos torneis rapidamente divididos, em vários grupos de defensores da verdade, por causa das diversidades das vossas interpretações dos meus ensinamentos. Para esta geração, é melhor que essas verdades sejam vividas, evitando fazer o registro delas, por escrito.
“Marca bem as minhas palavras, Natanael: Nada que a natureza humana tiver tocado pode ser considerado infalível. Por meio da mente do homem, a verdade divina de fato pode resplandecer, mas sempre com uma pureza relativa e com uma divindade parcial. A criatura pode almejar a infalibilidade, mas apenas os Criadores a possuem.
“Mas, o maior dos erros do que se ensina sobre as escrituras, é a doutrina de que são livros selados de mistério e de sabedoria; e que apenas as mentes sábias da nação ousam interpretar. As revelações da verdade divina não são seladas, a não ser pela ignorância humana, pelo fanatismo e pela intolerância da mente estreita. A luz das escrituras é obscurecida apenas pelo preconceito e obliterada apenas pela superstição. Um medo falso do sagrado impediu que a religião fosse salvaguardada pelo bom senso. O medo, da autoridade dos escritos sagrados do passado, impede efetivamente que as almas honestas de hoje aceitem a nova luz do evangelho, a luz que os mesmos homens conhecedores de Deus, de outra geração, tão intensamente almejaram ver.

“E o aspecto mais triste de tudo é o fato de que alguns dos instrutores, partidários da santidade desse tradicionalismo, conhecem a verdade. Eles compreendem mais ou menos plenamente as limitações das escrituras, mas eles são covardes morais e intelectualmente desonestos. Eles sabem da verdade a respeito das sagradas escrituras, mas preferem ocultar do povo esses fatos perturbadores. E, assim, desvirtuam e deturpam as escrituras, fazendo delas um guia, cheio de detalhes escravizadores da vida diária e uma autoridade sobre coisas não espirituais, em vez de apelar para os escritos sagrados como um depositário de sabedoria moral, de inspiração religiosa e de ensinamento espiritual, vindos dos homens conhecedores de Deus, em outras gerações”.
Natanael estava esclarecido, e chocado, com o pronunciamento do Mestre. E ponderou longamente, sobre essa conversa, nas profundezas da sua alma; mas nada falou, a nenhum homem, a respeito desse diálogo, não antes da ascensão de Jesus; e, mesmo então, ele temia contar toda a história da instrução do Mestre.
5. A NATUREZA POSITIVA DA RELIGIÃO DE JESUS
Na Filadélfia, onde Tiago estava trabalhando, Jesus ensinou aos discípulos a natureza positiva do evangelho do Reino. No decorrer das suas observações, quando ele insinuou que algumas partes da escritura continham mais verdade do que outras e preveniu aos seus ouvintes sobre alimentar as suas almas com o melhor do alimento espiritual, Tiago interrompeu o Mestre, perguntando: “Mestre, tu serias tão bom a ponto de sugerir a nós como podemos escolher as melhores passagens, das escrituras, para a nossa edificação pessoal?” E Jesus respondeu: “Sim, Tiago, ao leres as escrituras procura por aqueles ensinamentos eternamente verdadeiros e divinamente belos, tais como:
“Cria em mim um coração puro, ó Senhor”.
“O Senhor é meu pastor; nada me há de faltar”.
“Ama o teu semelhante como a ti próprio”.
“Pois eu, o Senhor teu Deus, segurarei a tua mão direita, dizendo: não temas; eu ajudar-te-ei”.
“E as nações não mais farão o aprendizado da guerra”.
E tudo isso torna-se ilustrativo do modo como Jesus, dia a dia, apropriava-se do melhor das escrituras dos hebreus, para a instrução dos seus seguidores, incluindo o melhor dos ensinamentos no novo evangelho do Reino. Outras religiões haviam sugerido o pensamento de que Deus está próximo do homem, mas Jesus transformou o cuidado de Deus, para com o homem, na solicitude de um Pai cheio de amor pelo bem-estar dos filhos que dele dependem; e, então, fez desse ensinamento a pedra fundamental da sua religião. E, assim, a doutrina da paternidade de Deus torna imperativa a prática da fraternidade dos homens. A adoração de Deus e o serviço do homem tornam-se a soma e a essência da sua religião. Jesus tomou do melhor da religião judaica, transpondo-o para o quadro mais digno dos novos ensinamentos do evangelho do Reino.
Jesus colocou o espírito da ação positiva nas doutrinas passivas da religião judaica. No lugar da submissão negativa, da submissão às exigências cerimoniais, Jesus indicou a realização positiva daquilo que a sua nova religião exigia daqueles que a aceitavam. A religião de Jesus não consistiu meramente em acreditar, mas, de fato, em fazer todas aquelas coisas que o evangelho exigia. Ele não ensinou que a essência da sua religião consistia no serviço social, mas sim que aquele serviço social era um dos efeitos certos da posse do espírito da verdadeira religião.
Jesus não hesitou em apropriar-se da melhor metade de uma escritura, repudiando, ao mesmo tempo, a parte inferior em conteúdo. A sua grande exortação: “Ama ao próximo como a ti mesmo”, ele tomou-a das escrituras, onde se lê: “Não exercerás a vingança contra o filho do teu povo, mas amarás o teu semelhante como a ti mesmo”. Jesus apropriou-se da parte positiva dessa escritura, rejeitando a parte negativa. Ele se opôs até mesmo à não-resistência negativa ou puramente passiva. Ele disse: “Quando um inimigo te golpear em uma face, não fiques emudecido e passivo, mas, em uma atitude positiva, dá-lhe a outra face; isto é, faze o melhor possível, ativamente, para conduzir o teu irmão errado para longe do caminho do mal, levando-o para os melhores caminhos do viver na retidão”. Jesus exigiu que os seus seguidores reagissem positiva e dinamicamente a todas as situações na vida. Dar a outra face, ou qualquer ato que signifique isso, tipicamente, demanda iniciativa, pede uma expressão vigorosa, ativa e corajosa, da personalidade daquele que crê.
Jesus não preconizava a prática da submissão negativa às indignidades daqueles que buscassem propositalmente impor-se aos praticantes da não resistência ao mal, mas, sim, que os seus seguidores devessem ser sábios e alertas para reagir, de modo rápido e positivo, com o bem para enfrentar o mal, com o fito de que pudessem efetivamente vencer o mal com o bem. Não esqueçais: o bem verdadeiro é, invariavelmente, mais poderoso do que o mal mais maligno. O Mestre ensinou um critério positivo de retidão: “Quem desejar ser meu discípulo, que esqueça de si e assuma plenamente as suas responsabilidades diárias de seguir-me”. E ele próprio dava o exemplo, pois “ele manteve-se no seu caminho, fazendo o bem”. E esse aspecto do evangelho ficou bem ilustrado nas muitas parábolas que, mais tarde, Jesus contou aos seus seguidores. Ele nunca exortou os seus seguidores a suportar pacientemente as suas obrigações, mas sim, com energia e entusiasmo, a viver na medida plena das suas responsabilidades humanas e dos privilégios divinos, no Reino de Deus.
Quando Jesus instruiu os seus apóstolos para que, se alguém lhes tomasse injustamente o agasalho, eles lhe oferecessem um outro agasalho, ele referia-se não tanto a um segundo agasalho literalmente, mas mais à idéia de fazer algo positivo para salvar aquele que errou, em lugar do conselho antigo que seria o da retaliação – “um olho por outro olho”, e assim por diante. Jesus abominava a idéia tanto da retaliação, quanto de tornar-se apenas um sofredor passivo ou uma vítima da injustiça. Nessa ocasião ele ensinou-lhes os três caminhos de lutar e de resistir ao mal:
1. Retribuir o mal com o mal – o método positivo, mas incorreto.
2. Sofrer o mal sem queixa e sem resistência – o método puramente negativo.
3. Retribuir o mal com o bem, de afirmar a vontade, visando tornar-se o senhor da situação, de vencer o mal com o bem – o método positivo e reto.
Um dos apóstolos perguntou certa vez: “Mestre, o que eu deveria fazer se um estranho me forçasse a carregar a sua carga por uma légua?” Jesus respondeu: “Não te assentes para suspirar e repreender o estranho. A retidão não vem dessas atitudes passivas. Se não conseguires pensar em nada mais efetivamente positivo para fazer, tu podes ao menos carregar o fardo dele por uma segunda légua. Isso irá sem dúvida desafiar o injusto e incrédulo estranho”.
Os judeus haviam ouvido falar de um Deus que perdoaria aos pecadores arrependidos e que tentaria esquecer os erros deles, mas jamais, antes da vinda de Jesus, os homens ouviram falar de um Deus que tivesse ido à procura da ovelha perdida e que, assim, tomaria a iniciativa de procurar os pecadores e se rejubilaria quando os encontrasse querendo voltar para a casa do Pai. Essa nota positiva, na religião, Jesus estendeu-a até mesmo às suas orações. E converteu a restritiva regra de ouro em uma exortação positiva em favor da equanimidade humana.
Em todos os seus ensinamentos, Jesus fugiu, infalivelmente, dos detalhes que dispersam. Ele evitava a linguagem floreada e as imagens meramente poéticas, como o jogo de palavras. E, habitualmente, punha significados amplos, em expressões curtas. Com o propósito de ilustração, Jesus alterava o significado corrente de muitos termos, tais como: sal, fermento, pescar e filhinhos. Ele empregava muito eficientemente a antítese, comparando o diminuto ao infinito, e assim por diante. As suas descrições eram surpreendentes: “O cego conduzindo um cego”. Todavia, a maior força encontrada, no seu ensinamento ilustrativo, foi a da sua naturalidade. Jesus trouxe a filosofia da religião, do céu à Terra. Ele retratou as necessidades elementares da alma, com uma nova visão de discernimento interior e dentro de uma nova concessão de afeto.
6. O RETORNO A MAGADAM
A missão de quatro semanas, na Decápolis, teve um êxito moderado. Centenas de almas foram recebidas no Reino, os apóstolos e os evangelistas tiveram uma experiência valiosa ao realizar o trabalho, sem a inspiração da presença pessoal de Jesus.
Na sexta-feira, 16 de setembro, todo o corpo de servidores reuniu-se, como convencionado previamente, no parque de Magadam. No sábado foi feito um conselho de mais de cem crentes, no qual os planos futuros para expandir o trabalho do Reino foram considerados de modo completo. Os mensageiros de Davi estiveram presentes e fizeram relatos a respeito do bem-estar dos crentes, em toda a Judéia, Samaria, Galiléia e nos distritos adjacentes.
Poucos dos seguidores de Jesus, nessa época, sabiam apreciar totalmente o grande valor dos serviços do corpo dos mensageiros. Os mensageiros mantinham não apenas os crentes da Palestina em contato uns com os outros, com Jesus e com os apóstolos, mas, durante aqueles dias sombrios, também serviram como coletores de fundos, tanto para o sustento de Jesus e dos seus companheiros, quanto para sustentar as famílias dos doze apóstolos e dos doze evangelistas.
Nessa época, Abner mudou a sua base de operações, de Hebrom para Belém, e este último local foi também o centro para os mensageiros de Davi, na Judéia. Davi mantinha um serviço de revezamento de mensageiros, durante a noite inteira, entre Jerusalém e Betsaida. Esses corredores deixavam Jerusalém todas as noites, revezando-se em Sichar e em Sitópolis, chegando em Betsaida por volta da hora do desjejum, na manhã seguinte.
Jesus e os seus seguidores agora se preparavam para ter um descanso de uma semana, antes de aprontarem-se para começar a última época de trabalhos em benefício do Reino. Esse foi o último descanso deles, pois a missão pereiana transformou-se em uma campanha de pregação e de ensinamento; e se estendeu até o momento da chegada deles em Jerusalém e do desenrolar dos episódios finais da carreira terrena de Jesus.

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ORAÇÃO AO GRANDE ESPIRITO

Oh! Grande Espírito, que criou tudo antes e que reside em cada objeto, em cada pessoa e em todos os lugares, nós acreditamos em Ti. Nós Te invocamos dos mais distantes lugares para nossa presente consciência. Oh! Grande Espírito do Norte, que dá asas às águas do ar e rola a grossa tempestade de neve antes de Ti. Tu, que cobres a Terra com um brilhante tapete de cristal, principalmente onde a profunda tranquilidade de cada som é maravilhosa. Tempera-nos com a força para permanecermos como parte da nevasca; sim, faça-nos agradecidos pela beleza que flui e se aprofunda sobre a quente Terra em seu despertar. Oh! Grande Espírito do Leste, a Terra do Sol Nascente. Tu que seguras em Tua mão direita os anos de nossas vidas e em Tua mão esquerda as oportunidades de cada dia. Sustenta-nos para que não esqueçamos nossas oportunidades, nem percamos em preguiça as esperanças de cada dia e as esperanças de todos os anos. Oh! Grande Espírito do Sul, cujo quente hálito de compaixão derrete o gelo que circunda nossos corações, cuja fragrância fala de distantes dias de primaveras e verões, dissolve nossos medos, transmuta nossas aversões, acenda nosso amor em chamas de verdade e existentes realidades. Ensina-nos que aquele que é forte é também gentil; que aquele que é sábio tempera justiça com piedade; e aquele que é um verdadeiro guerreiro combina coragem com compaixão. Oh! Grande Espírito do Oeste, a Terra do Sol poente, com Tuas elevadas e livres montanhas, profundas e extensas pradarias, abençoam-nos com a sabedoria da paz que segue a contenção e a liberdade de quem vive como túnica flutuante nas asas da vida bem - disciplinada. Ensina-nos que o fim é melhor que o começo e que o por do sol não glorifica nada em vão. Oh! Grande Espírito dos Céus, em dias de infinito azul e misturado às infindáveis estrelas da noite de cada estação, lembra-nos o quanto és imenso e bonito e majestoso além de todo o nosso conhecimento ou saber, mas que também não estás tão longe de nós, quanto o mais alto de nossas cabeças ou o mais baixo de nossos olhos. Oh! Grande Espírito da Mãe Terra sob nossos pés; Mestra dos metais; Germinadora das sementes e Celeiro de ocultos recursos da Terra, ajuda-nos a dar graças incessantemente pela Tua presente generosidade. Oh! Grande Espírito de nossas almas, que ardes há tempos em nossos corações e em nossas profundas aspirações, fala-nos agora e sempre de tudo que precisamos saber sobre a grandeza e bondade de Teus presentes para a vida, para sermos orgulhosos do inestimável privilégio de viver.

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PRECE SILENCIOSA



A oração Silenciosa é um reconhecimento de Tudo O Que É.
Nesta oração eu sei que tudo que eu evoquei foi ouvido pelo espírito e que me foi dado tudo aquilo que pedi.

É um reconhecimento de que minha alma é completa no amor e na graça de Deus.

É um reconhecimento de meu total estado de perfeição e de Ser. Tudo aquilo que desejo, tudo o que quero co-criar, já esta dentro de minha realidade.

Eu a chamo de Prece Silenciosa porque sei que meu ser já está realizado.
Não há necessidade de pedir nada ao espírito, porque tudo já lhe foi dado.

Em meu coração, eu aceito meu Ser Perfeito.
Eu aceito que a alegria que eu quis já esta em minha vida.

Eu aceito que o amor que rezei por ter já está dentro de mim.
Eu aceito que a paz que pedi já faz parte de minha realidade.

Eu aceito que a abundância que procurei já preenche minha vida.
Em minha verdade, eu aceito meu Ser Perfeito.
Eu assumo responsabilidade por minhas próprias criações,
E todas as coisas que estão dentro de minha vida.

Eu reconheço o poder do espírito que está dentro de mim, e sei que todas as coisas são como devem ser.

Em minha sabedoria, eu aceito meu Ser Perfeito.
Minhas lições foram cuidadosamente escolhidas por mim mesmo, e agora eu caminho por elas em completa experiência.

Meu caminho me leva em uma jornada sagrada com propósito divino.

Minhas experiências se tornam parte de tudo que há.

Em meu conhecimento, eu aceito meu Ser Perfeito.

Neste momento, eu me sento em minha cadeira de ouro e sei que sou um anjo de luz.

Eu olho sobre a bandeja dourada- o presente do Espírito e sei que todos os meus desejos já foram realizados em amor por mim mesmo, eu aceito meu Ser Perfeito.

Não faço julgamentos nem ponho fardos sobre mim mesmo.

Eu aceito que tudo em meu passado foi dado em amor.

Eu aceito que tudo neste momento vem do amor.
Eu aceito que tudo no meu futuro resultará sempre em amor maior.

Em meu ser, eu aceito minha perfeição.

E assim é

Arcanjo Miguel


CONSAGRAÇÃO AO ARCANJO MIGUEL

Eu me visto com a proteção do Arcanjo Miguel e desua Legião Angélica


Eu me visto com sua armadura de Luz e recordo-me,aqui e agora, que EU SOU UM SER DIVINO , Filho de Deus , e tenho ao meu dispor a fé e a fortaleza de Miguel para combater o bom combate contra ataques físicos e espirituais que procedem dos inimigos da Luz.

Eu me protejo com a Espada de Luz do Arcanjo Miguel e com ela corto todos os laços que querem me prender ao desespero, a depressão, ao desânimo , a doença , ao desemprego , ao sofrimento , a perseguições...(coloque aqui o que desejar combater).

Eu me renovo com a Luz Azul - Dourada do Arcanjo Miguel e me purifico com o poder da fé e da alegria que provém de seu amparo.

Eu, na condição de TRABALHADOR DA LUZ , me consagro hoje ao poderoso Arcanjo Miguel e com fé, confio em sua proteção e orientação espiritual todos os dias de minha vida.

Que as bençãos de Miguel e seus Anjos de Luz se derramem sobre meus caminhos e de todos os meus irmãos e irmãs que peregrinam na senda do Amor Incondicional e da Paz Divina.

Assim seja, com o Pai, o Filho e a falange do Espírito Santo. Amém!

(consagração ditada pelo Arcanjo Miguel para todos os que querem colocar-se sob sua proteção ).

Oração



A GRANDE INVOCAÇÃO

Do Ponto de Luz na Mente do Pai,
Flua Luz às Mentes dos Homens,
A Luz está na Terra.
Do Ponto de Amor no Coração do Pai,
Flua Amor aos Corações dos Homens,
Cristo está na Terra.
Do Centro onde a vontade do PAI NOSSO é conhecida,
Guie o propósito as pequenas vontades dos homens,
O propósito que os mestres conhecem e a que servem.
Do Centro a que chamamos Raça dos Homens,
Cumpra-se o Plano de AMOR e LUZ,

A LUZ, o AMOR e o PODER restabeleçam o
PLANO DO PAI NA TERRA!
A LUZ, o AMOR e o PODER restabeleçam o
PLANO DO PAI NA TERRA!
A LUZ, o AMOR e o PODER restabeleçam o
PLANO DO PAI NA TERRA!.

ORAÇÃO PELA PAZ NO MUNDO


Há Uma Paz, Um Poder, Uma Presença, que permeia e penetra em todo o Universo.
É uma Força de Deus. É a Fonte de toda a Existência.
Ela está ativa em todas as coisas.
Ela é uma Energia disponível a toda a humanidade e está presente agora, neste exato momento.

Eu compreendo agora que eu sou um pilar da Paz.
Eu sei que eu sou uno com este Poder. Esta Presença Gloriosa é o alicerce do meu ser.
Esta Energia Cósmica flui através de mim e me conecta com toda a Humanidade.

Eu escolho agora usar este imenso poder da minha mente para criar um mundo digno de todos nós.
Eu dirijo os meus pensamentos em direção à Paz, ao Amor, à Cooperação e eu posso ver todas as pessoas do mundo, unidas em uma Celebração Jubilosa da Vida.
Esta energia que eu libero, transforma este momento e toda a eternidade. As gerações que vierem, serão abençoadas com um mundo baseado na Paz.
Pois eu sei agora que a Paz começa comigo e é o legado legítimo para as Humanidades.
Um legado que eu vivo diariamente com todos os meus pensamentos, palavras e ações.

A Paz está aqui agora!
A Paz está aqui para sempre!

Eu agradeço por este momento sagrado de Paz. Eu agradeço por uma eternidade de Paz.
Eu agradeço pela minha família global que vive na Paz.
Eu agradeço pelos laços de amor que nos unem com força e coragem para criar o mundo dos nossos sonhos.

Um Mundo de Paz.

Um Mundo Amoroso.

Um Mundo Pleno de Infinitas Possibilidades.

Eu sou Uno com toda a Existência.
Eu sou Uno com a Fonte da própria Vida.
Eu sou Uno com a Presença da Paz e compartilho estas bênçãos com todo o mundo.

Eu sei que as minhas palavras são cheias de Verdade e de Poder e eu as libero à Lei Universal da Vida.
Eu sei que como eu o disse, assim será.

E assim é.

Paz. Paz. Paz.
Amém.

ORAÇÃO DIÁRIA DO GUARDIÃO DA CHAMA

ORAÇÃO DIÁRIA DO GUARDIÃO DA CHAMA

Uma chama é Ativa.
Uma Chama é Vital
Uma Chama é Eterna.

EU SOU uma Chama Divina de amor radiante
Que emana do Coração de Deus.

No Grande Sol Central
E desce do Mestre da vida!

O meu ser transborda agora com a suma Consciência Divina e a Percepção Solar dos bem-amados Hélios e Vesta.

Peregrino na Terra, avanço cada dia pelo caminho da Vitória dos Mestres Ascensos que me conduz à liberdade eterna pelo poder do fogo sagrado hoje e sempre, manifestando-se continuamente nos meus pensamentos, sentimentos e percepções, transcendendo e transmutando, todos os elementos terrenos nos meus quatro corpos inferiores e libertando-me, pelo poder do fogo sagrado,

Desses focos de energia corrompida, presentes no meu ser.

EU SOU libertado neste instante de tudo o que escraviza pelas correntes da chama divina.

Do próprio fogo sagrado, cujo efeito ascendente faz de mim Deus em Manifestação, Deus em ação, por ele guiado.

Eu Sou um só com Sua consciência!

EU Sou uma chama ativa!

EU Sou uma chama vital!

EU Sou uma chama eterna!

EU Sou uma centelha de fogo em expansão originada no Grande Sol central atraindo a mim agora todos os raios de divina energia de que necessito e que nunca pode ser qualificada pela criação humana e que me inunda da luz e da divina iluminação de mil sóis para que exerça o domínio e seja eternamente a suprema autoridade onde quer que eu esteja!

Onde eu estou, está Deus também.

Para sempre EU SOU um só com Ele intensificando a minha luz com o sorriso do seu esplendor,

A plenitude do Seu Amor a onisciência da Sua Sabedoria, e o poder da sua Vida eterna e o poder da Sua Vida eterna, que automaticamente me leva nas assas vitoriosas da ascensão, que farão regressar ao Coração de Deus do qual eu desci na verdade, para cumprir a sua Vontade e a todos manifestar a vida abundante!

ORAÇÃO PELOS ELEMENTAIS
Em nome da Minha poderosa presença do EU SOU
Vou Curar Milhões de Elementais na Terra

Amada e poderosa Presença do EU SOU, em nome do meu Santo Cristo Pessoal e pelo amor, sabedoria e poder da minha Chama Trina, invoco a ação transmutadora do fogo do meu ser, multiplicado pela Chama Violeta, multiplicada pelo fogo do Grande Sol Central e pelo Magneto do Grande Sol Central!
Invoco esta ação em prol de toda vida elemental, incluindo o meu elemental do corpo e os elementais dos corpos de todas as almas em evolução no planeta Terra.

Peço que a porção da Chama por mim invocada e tudo o que EU SOU possam agora curar milhões e milhões de elementais na Terra!
Decreto que isto aconteça em nome da minha própria Cristicidade, em nome de me tornar o Mestre Ascenso que serei e que já sou, pois a semente está encerrada dentro de si mesma e, a semente da minha poderosa Presença do EU SOU está comigo dentro do meu coração!
Portanto, dedico as porcentagens do fogo da minha corrente de vida permitidas pelos Senhores do Carma, à libertação de toda vida elemental.

Assim o declaro em nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo e da Mãe Divina universal e aceito que isso se manifeste agora mesmo com pleno poder e com a benção dos Senhores do Carma.
Amém!

APELO E ORAÇÃO A SER REALIZADA NO MOMENTO DE CURA



Mestre Jesus Cristo, venho diante de vós, rogar a assistência de tuas sagradas mãos de cura e amor, para que as direcione em favor de ...(nome das pessoas as quais será direcionada a cura).

Que neste momento em suas vidas passam por debilidades em seus corpos de manifestação, nesse plano de re-educação da consciência.

Perdoai-os e curai-os. Pelos medos e escolhas que produziram as moléstias que os afligem nesse instante de suas jornadas.

Perdoai e curai todos os pensamentos desequilibrados que foram gerados em suas mentes,

Perdoai e curai todas as emoções desarmonizadas que foram geradas por seus egos,

Perdoai e curai todas as freqüências mal qualificadas que foram geradas por suas vibrações,

Perdoai e curai todas as suas ações e verbos que foram gerados pelos desequilíbrios de sua manifestação física,

E que produziram todo o mal que se materializou em seus corpos, trazendo as enfermidades e a redução de sua luz interior.

Mestre Jesus Cristo, utilizai-se de nosso amor e das pessoas que juntam-se a nós nesse momento e que entregam a frequência do amor como forma de doação e cura a esses irmãos, que sofrem de seus males nesse instante.

Que o espírito santo e as falanges dos anjos de cura desçam sobre cada uma dessas pessoas e cure e as abençõe.

Agora Mestre Jesus Cristo, que todos se encontram perdoados e curados, que as energias que os agrediam sejam direcionadas para os planos de luz de Deus Pai-Mãe, e lá, sejam requalificados na lei do Amor Uno.

Que vossas sagradas mãos toquem nas profundezas do coração da Humanidade curando-a para a glória de Nosso Senhor.

EU SOU A CURA
EU SOU O AMOR
EU SOU A CURA E O AMOR
CURANDO, CURANDO, CURANDO.

I