Esteja sempre com Deus em seu coração!

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AMADA MARIA

VAMOS EMANAR LUZ E AMOR A GAIA!!

Imaginem que sozinhos somos uma força que cria e emana luz,mas se somos muitos essa emanação é muito maior! Vamos praticar a Unidade em busca de um Planeta melhor e mandarmos não só uma vibração, mas muitas para Gaia! Junte-se a nós! Para isso ,basta somente entrar no blog como seguidor ou se, você já tem uma conta google ou open id . É somente marcarmos a presença no quadro abaixo ,para sabermos as pessoas que estão emanando luz ,e a quantidade emanada!Siga alguns passos que estaremos disponibilizando abaixo. Mãos unidas e começar a trabalhar. Participe faça um pouquinho pela nossa Gaia e você não imagina o quanto estará fazendo de bem para nosso planeta e para vocês mesmos! jjklj.gif (14146 bytes) AJUDE-NOS A LIMPAR A ATMOSFERA TERRESTRE. Se você enviou amor para Gaia hoje e está ajudando na limpeza da Atmosfera Terrestre, se apresente no Mural abaixo querido irmão/a. OBRIGADO!! :) MÉTODO DE ENVIO DE GAIA AMOR MÉTODO UTILIZADO PELO GRUPO-CÍRCULOS Alexiis NOTA - Vemos, irmãos, a ação a ser tomada com toda a força necessária, diariamente, não importa o tempo agora, porque fechamos os olhos e entramos no mundo da imaginação, um lugar onde não há tempo dimensional, e pode ser mais real do que o físico bem conhecido ... Nós encaramos todos os envolvidos juntos em um círculo, unindo as nossas energias de Luz e Amor do 12 em um, como uma consciência de grupo de nós mesmos e nossos eus superiores,-que já estamos cientes deste cada unidade de energia-este Luz unificada e Amor ... a inalar ... exalar e do nosso coração ... com vista no centro de Gaia ... com esta unificada coração Um sopro ... e depois ... também, uma forma mais dirigida à consciência da humanidade, com a mesma intenção, e, portanto, repetido seis respirações coração de Gaia, e outro seis respirações expandiu-se para a consciência da humanidade. E depois entramos numa meditação livre ... onde todos nós estamos na Nova Terra que já está criado ... vivendo com alegria absoluta que sabemos sobre o nosso grupo, todos os grupos, e toda a humanidade que vibra neste estado de consciência existe lá ... Esta é a base para todas as atividades também na unidade total, é no grupo que é cada um / a, nós visualizamos todos os grupos dentro de um círculo maior ou esfera em equilíbrio total, onde somos um com a mesma intenção de ajudar Gaia e toda a humanidade. CERIMÔNIA dia fazendo - disse, sentindo e sendo o folowing ... 1 .- I, da guarda / na do pilar da minha própria luz, ativo, neste lugar na Terra, a energia da luz, o maior bem de nossa querida Mãe Terra e toda a humanidade. 2 .- I, da guarda / na coluna de meu amor próprio, ativo, neste lugar na Terra, a energia do amor, pois o maior bem de nossa querida Mãe Terra e toda a humanidade. 3 .- I, da guarda / na do pilar da minha própria unidade, ativo, neste lugar na Terra, a energia da unidade para o maior bem de nossa querida Mãe Terra e toda a humanidade. 4 .- I, da guarda / na do pilar da minha própria liberdade, a atividade desta parte da Terra, a energia da liberdade, para o maior bem de nossa querida Mãe Terra e toda a humanidade. 5 .- I, da guarda / na do pilar da minha própria sabedoria, ativo, neste lugar na Terra, a energia da sabedoria, para o maior bem de nossa querida Mãe Terra e toda a humanidade. 6 .- I, da guarda / na do pilar da minha própria felicidade, ativo, neste lugar na Terra, a energia da alegria, para o maior bem de nossa querida Mãe Terra e toda a humanidade. 7 .- I, pilar da guarda / na da minha própria paz, Ativo, nesta parte da Terra, a energia da paz, para o maior bem de nossa querida Mãe Terra e toda a humanidade. 8 .- I, da guarda / na coluna de minha própria vontade, ativo, neste lugar na Terra, a energia de harmonia, pois o maior bem de nossa querida Mãe Terra e toda a humanidade. 9 .- I, pilar da guarda / na da minha própria gratidão, ativo, neste lugar na Terra, a energia da gratidão, pelo bem maior da nossa querida Mãe Terra e toda a humanidade. 10 .- I, pilar da guarda / na da minha própria Verdade, Ativo, nesta parte da Terra, a energia da verdade, pois o maior bem de nossa querida Mãe Terra e toda a humanidade. Nós combinamos as energias dos 10 pilares da IGHLUZ para ativar todas as energias de: Luz, Amor, Unidade, Liberdade, Sabedoria, Alegria, Paz, Harmonia, Gratidão e Verdade, em colaboração com os nossos eus superiores, com todos os Seres de Luz sempre nos ajudando com os Devas e os Elementais desse lugar, e, o Grande Energia Cósmica Universal de Cristo, para o maior bem de nossa querida Mãe Terra e toda a Humanidade Alexiis Blog: http://alexiis-vozdelaluz.blogspot.com
DEARS BROTHERS AND SISTERS!! Each day come and take a few minutes of your attention and emanation of light to Gaia and so we have a stream of people pouring love and light to all mankind and Gaia! Only write in this box and know that every brother participates and the number of people sending their energy for our beloved planet! Kisses in the heart of each brother, lightworker! Gisele Merise

segunda-feira, 10 de outubro de 2011

SÉRIE: A VIDA E OS ENSINAMENTOS DE JESUS – A TERCEIRA CAMPANHA DE PREGAÇÃO (31)

Esta série foi extraída do Livro de Urântia. Os 77 capítulos, mais de 700 páginas, que ocupam um terço do livro, dão dia a dia, toda a vida de Jesus Cristo desde sua infância. Dão 16 vezes mais informações sobre a vida e os ensinamentos de Jesus do que a Bíblia. É o relato mais espiritual sobre Jesus até hoje escrito.

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A TERCEIRA CAMPANHA DE PREGAÇÃO
À noite no domingo, 16 de janeiro do ano 29 d.C., Abner e os apóstolos de João chegaram a Betsaida e, no dia seguinte, tiveram uma conversa conjunta com André e os apóstolos de Jesus. Abner e os seus condiscípulos fizeram de Hebrom o seu ponto central, e mantiveram o hábito de vir a Betsaida periodicamente para as reuniões.
Entre as muitas questões consideradas nessa conferência conjunta, estava a prática de ungir os doentes com alguns tipos de óleo, junto com orações para a cura. De novo Jesus declinou de participar das discussões deles e expressar-se a respeito das conclusões tiradas. Os apóstolos de João haviam sempre usado o óleo para unção nas suas ministrações aos doentes e afligidos, e, assim, buscavam estabelecer prática uniforme para ambos os grupos, mas os apóstolos de Jesus recusaram a ater-se a essas regras.
Na terça-feira, 18 de janeiro, os vinte e quatro, junto com os setenta e cinco evangelistas aprovados, reuniram-se na casa de Zebedeu, em Betsaida, em uma preparação para serem enviados na sua terceira viagem de pregação na Galiléia. Essa terceira missão durou um período de sete semanas.
Os evangelistas foram enviados em grupos de cinco, enquanto Jesus e os doze viajaram juntos, a maior parte do tempo; os apóstolos indo, dois a dois, para batizar os crentes como era solicitado pela ocasião. Por um período de quase três semanas, Abner e os seus condiscípulos também trabalharam com os grupos evangélicos, aconselhando-os e batizando os crentes. Eles visitaram Magdala, Tiberíades, Nazaré e todas as principais cidades e aldeias das partes central e sul da Galiléia, foram a todos os locais anteriormente visitados e a muitos outros. Essa foi a sua última mensagem à Galiléia, exceto às suas regiões do norte.
1. O CORPO EVANGÉLICO DAS MULHERES
De todas as coisas ousadas que Jesus fez, na sua carreira terrena, a mais surpreendente foi o seu anúncio súbito, na tarde de 16 de janeiro: “Amanhã pela manhã nós selecionaremos dez mulheres para o trabalho de ministração do Reino”. No começo do período de duas semanas, durante o qual os apóstolos e os evangelistas deviam estar ausentes de Betsaida na sua licença, Jesus solicitou a Davi que chamasse os seus pais de volta para a casa deles e que despachasse mensageiros, chamando a Betsaida dez mulheres devotas que haviam servido na administração do acampamento anterior e na enfermaria nas tendas. Essas mulheres, todas, tinham ouvido a instrução dada aos jovens evangelistas, mas nunca havia ocorreu aos instrutores delas, nem a elas próprias, que Jesus ousaria colocar mulheres na missão de ensinar o evangelho do Reino e ministrar aos doentes. Essas dez mulheres, escolhidas e incluídas na missão por Jesus, eram: Susana, filha do antigo chazam da sinagoga de Nazaré; Joana, mulher de Cuza, camareiro de Herodes Antipas; Isabel, filha de um rico judeu de Tiberíades e Séforis; Marta, irmã mais velha de André e Pedro; Raquel, cunhada de Judá, irmão na carne do Mestre; Nasanta, filha de Elman, médico sírio; Milcha, uma prima do apóstolo Tomé; Rute, a filha mais velha de Mateus Levi; Celta, filha de um centurião romano; e Agaman, uma viúva de Damasco. Subseqüentemente, Jesus acrescentou mais duas outras mulheres a este grupo – Maria Madalena e Rebeca, filha de José de Arimatéia.
Jesus autorizou essas mulheres a formarem a sua própria organização e instruiu a Judas que provesse fundos para os seus equipamentos e para animais de carga. As dez elegeram Susana como dirigente e Joana como a tesoureira. Desse momento em diante, elas proveram os próprios fundos de caixa; e nunca mais recorreram a Judas para sustentá-las.
Muito espantoso foi, naquela época, quando às mulheres nem era permitido que permanecessem no andar principal da sinagoga (ficando confinadas à galeria das mulheres), vê-las sendo reconhecidas como instrutoras autorizadas do novo evangelho do Reino. O encargo que Jesus deu a essas dez mulheres, quando as escolheu para ensinar o evangelho e para ministrar, foi o da proclamação da emancipação que libertava todas as mulheres, para todos os tempos; não mais era para que o homem visse a mulher como inferior espiritualmente. Isso foi decididamente um choque, até mesmo para os doze apóstolos. Não obstante elas terem muitas vezes ouvido o Mestre dizer que “no Reino do céu não há rico ou pobre, livre ou escravo, masculino ou feminino, todos são igualmente filhos e filhas de Deus”; elas ficaram literalmente atordoadas, quando ele propôs formalmente dar missões a essas mulheres como instrutoras religiosas e mesmo permitir que viajassem com eles. Todo o país ficou agitado com esse procedimento, os inimigos de Jesus tiraram um grande partido dessa decisão, mas, em todos os lugares, as mulheres crentes nas boas-novas, ficaram firmes em apoio às suas irmãs escolhidas e exprimiram uma aprovação sem hesitação a esse reconhecimento tardio do lugar da mulher no trabalho religioso. E essa liberação das mulheres, de dar a elas o devido reconhecimento, foi praticada pelos apóstolos imediatamente após a partida do Mestre, embora acabassem voltando aos velhos costumes, nas gerações posteriores. Durante os primeiros tempos da igreja cristã, as mulheres instrutoras e ministras eram chamadas diáconas e eram dignas do reconhecimento geral. Mas Paulo, a despeito do fato de admitir tudo isso em teoria, nunca realmente incorporou nada disso à sua própria atitude, pois pessoalmente achava difícil de ser colocado em prática.
2. A PARADA EM MAGDALA
Quando o grupo apostólico saiu de Betsaida, as mulheres viajaram na retaguarda. Durante as conferências sempre se assentavam agrupadas na frente e à direita do palestrante. E às mulheres, que cada vez mais se tornavam crentes no evangelho do Reino, sempre que haviam desejado manter uma conversa pessoal com Jesus ou com um dos apóstolos, acontecera uma porção de dificuldades e embaraços sem fim. Agora tudo isso estava mudado. Quando qualquer das mulheres crentes desejava ver o Mestre ou conversar com os apóstolos, ia até Susana e, em companhia de uma das doze mulheres evangelistas, iria imediatamente à presença do Mestre ou de um dos seus apóstolos.
Foi em Magdala que, pela primeira vez, as mulheres demonstraram a sua utilidade e justificaram a sabedoria da sua escolha. André havia imposto regras bastante estritas aos seus condiscípulos sobre fazer trabalhos pessoais com as mulheres, especialmente com aquelas de caráter questionável. Quando o grupo entrou em Magdala, essas dez mulheres evangelistas foram liberadas para ir aos locais de pecado e pregarem as boas-novas diretamente às residentes dali. E quando visitavam os doentes, essas mulheres podiam chegar até muito mais perto, na sua ministração às suas irmãs afligidas. Em resultado da ministração dessas dez mulheres (mais tarde conhecidas como as doze mulheres) nesse local, Maria Madalena foi conquistada para o Reino. Por meio de uma série de infortúnios e em conseqüência da atitude da sociedade bem reputada para com as mulheres que cometem tais erros de julgamento, essa mulher havia ido parar em um desses locais nefandos de Magdala. Foram Marta e Raquel que deixaram claro, para Maria, que as portas do Reino estavam abertas mesmo para as que tinham sido como ela. Maria acreditou nas boas-novas e foi batizada por Pedro no dia seguinte.
Maria Madalena tornou-se a instrutora mais eficiente do evangelho, desse grupo de doze mulheres evangelistas. Ela foi escolhida para esse serviço, junto com Rebeca, em Jotapata, cerca de quatro semanas depois da sua conversão. Maria e Rebeca, com outras desse grupo, continuaram trabalhando, até o fim da vida de Jesus na Terra, fiel e eficientemente, para o esclarecimento e a elevação das suas irmãs oprimidas; e, quando o último e trágico episódio no drama da vida de Jesus estava sendo desempenhado, não obstante haverem todos os apóstolos fugido, exceto um, essas mulheres todas permaneceram presentes, nem uma delas sequer o negou ou traiu.

3. O SÁBADO EM TIBERÍADES
Os serviços do grupo apostólico, para o sábado, haviam sido colocados, por André, na mão das mulheres, por instrução de Jesus. Isso significava, claro está, que não poderiam ter lugar na nova sinagoga. As mulheres escolheram Joana para encarregar-se dessa ocasião, e o encontro foi feito no novo palácio de Herodes, na sala de banquetes, Herodes estando ausente da residência em Júlias, na Peréia. Joana leu, das escrituras, a respeito do trabalho das mulheres na vida religiosa de Israel, fazendo referência a Míriam, Débora, Ester e outras.
Mais tarde, naquela noite, Jesus fez, com o grupo reunido, uma palestra memorável sobre “Magia e Superstição”. Naqueles dias o aparecimento de uma estrela brilhante e supostamente nova foi encarado como um sinal indicando que um grande homem havia nascido na Terra. Essa estrela tinha recentemente sido descoberta e André perguntou a Jesus se essas crenças eram bem fundadas. Na longa resposta à pergunta de André, o Mestre entrou em um exame profundo sobre toda a questão da superstição humana. A exposição que Jesus fez nessa ocasião pode ser resumida, em uma linguagem moderna, como é feito a seguir:
1. Os trajetos das estrelas no céu nada têm, absolutamente, a ver com os acontecimentos da vida humana na Terra. A astronomia é uma busca própria da ciência, mas a astrologia é uma massa de erros supersticiosos, que não tem nenhum lugar no evangelho do Reino.
2. O exame dos órgãos internos de um animal morto há pouco, nada pode revelar sobre o tempo, sobre os acontecimentos futuros, nem sobre os resultados vindouros das questões humanas.
3. Os espíritos dos mortos não voltam para comunicar-se com as suas famílias, nem com os antigos amigos, de entre os vivos.
4. Os encantos e as relíquias são impotentes para curar a doença, para proteger contra os desastres ou a influência de maus espíritos; a crença de que todo esse material influencie o mundo espiritual, nada é senão uma superstição grosseira.
5. Tirar a sorte, embora possa ser uma forma conveniente de decidir sobre dificuldades menores, não é um método indicado para desvelar a vontade divina. As conseqüências resultam sendo uma questão de acaso material. O único meio de comunhão com o mundo espiritual está contido na dotação do espírito à humanidade, o espírito residente do Pai, junto com o espírito efusionado do Filho e a influência onipresente do Espírito Infinito.
6. A adivinhação, a bruxaria e a feitiçaria são superstições de mentes ignorantes, como o são também as ilusões da magia. A crença em números mágicos, em presságios de boa sorte e nos arautos da má sorte, é tudo uma pura e infundada superstição.
7. A interpretação dos sonhos é um sistema ignorante de especulação fantástica, amplamente supersticioso e sem base. O evangelho do Reino nada deve ter em comum com os sacerdotes-adivinhos da religião primitiva.
8. Os espíritos do bem ou do mal não podem residir em símbolos materiais de argila, madeira ou metal; os ídolos nada mais são do que o material de que são feitos.
9. As práticas dos magos, dos bruxos e dos feiticeiros derivaram-se das superstições dos egípcios, dos assírios, dos babilônios e dos antigos cananeus. Os amuletos e todas as espécies de encantamentos são inúteis tanto para ganhar a proteção dos bons espíritos, quanto para proteger dos supostos espíritos maus.
10. Jesus colocou a nu e denunciou as crenças em feitiços, ordálios, despachos, pragas, sinais, mandrágoras, nós em cordas e todas as outras formas de superstições ignorantes e escravizadoras.
4. ENVIANDO OS APÓSTOLOS, DOIS A DOIS
Na noite seguinte, havendo reunido os seus doze apóstolos, os apóstolos de João e o grupo recém-formado das mulheres, Jesus disse: “Podeis ver, por vós próprios, que a colheita é abundante, mas os trabalhadores são poucos. Que todos nós, portanto, oremos ao Senhor das colheitas para que Ele nos envie mais trabalhadores ainda, para os Seus campos. Enquanto permaneço confortando e instruindo os mais jovens, eu gostaria de enviar os mais antigos, dois a dois, para que possam ir rapidamente a toda a Galiléia pregando o evangelho do Reino, enquanto ainda é conveniente e tudo ainda está pacífico”. Então, ele designou os pares de apóstolos como desejava que fossem enviados, e que eram: André e Pedro, Tiago e João Zebedeu, Filipe e Natanael, Tomé e Mateus, Tiago e Judas Alfeu, Simão zelote e Judas Iscariotes.
Jesus acertou uma data para encontrar os doze em Nazaré e, ao partirem, ele disse: “Nessa missão não ide a nenhuma cidade dos gentios, nem a Samaria, em vez disso, ide buscar a ovelha perdida da casa de Israel. Pregai o evangelho do Reino e proclamai a verdade salvadora de que o homem é um filho de Deus. Lembrai de que o discípulo dificilmente está acima do seu mestre e de que um servo raramente é maior do que o seu senhor. É suficiente ao discípulo ser igual ao seu mestre e ao servo tornar-se semelhante ao seu senhor. Se alguma gente tiver ousado chamar de mestre da casa a um parceiro de Belzebu, tanto mais assim eles considerarão aqueles que tomam conta da sua casa! Mas vós não deveis temer esses inimigos descrentes. Eu declaro a vós que nada daquilo que está encoberto deixará de ser revelado; nada há escondido, que não será conhecido. O que eu vos ensinei em particular, pregai-o abertamente com sabedoria. O que eu revelei a vós no interior da vossa morada, ireis proclamá-lo na hora certa, de cima dos telhados. E vos digo, meus amigos e discípulos, não temais aqueles que podem matar o corpo e que, entretanto, não são capazes de destruir a alma; colocai a vossa confiança Nele que pode sustentar o corpo e salvar a alma.
“Dois pardais não são vendidos por um tostão? E ainda eu vos declaro que nenhum deles foi esquecido aos olhos de Deus. Não sabeis que os próprios cabelos da vossa cabeça estão todos contados? Não temais, portanto; vós sois de mais valor que uma grande quantidade de pardais. Não fiqueis envergonhados com o meu ensinamento; ide proclamar a paz e a boa vontade, mas não vos enganeis – a paz nem sempre acompanhará essa pregação. Eu vim para trazer a paz à Terra, mas quando os homens rejeitam a minha dádiva, o tumulto e a divisão advêm. Quando toda a família recebe o evangelho do Reino, a paz verdadeira reside naquela casa; mas quando alguns da família entram no Reino e outros rejeitam o evangelho, essa divisão só pode produzir tristezas e mágoas. Trabalhai seriamente para salvar a família inteira, para que os inimigos do homem não sejam os da sua própria casa. Mas, quando houverdes feito o vosso máximo possível, por todos de cada família, eu declaro que aquele que ama o pai ou a mãe mais do que a esse evangelho não é digno do Reino”.
Depois que os doze ouviram essas palavras, estavam prontos para partir. E não se viram mais, até o momento da sua reunião em Nazaré, para encontrarem-se com Jesus e os outros discípulos, como o Mestre havia marcado.
5. O QUE DEVO FAZER PARA ME SALVAR?
Numa noite em Shunem, depois que os apóstolos de João haviam retornado a Hebrom e depois que os apóstolos de Jesus haviam sido enviados, dois a dois, e quando o Mestre estava empenhado em ensinar a um grupo de doze dos evangelistas mais jovens, que trabalhavam juntos com as doze mulheres, sob a direção de Jacó, Raquel fez a seguinte pergunta a Jesus: “Mestre, o que devemos responder quando as mulheres perguntarem a nós, o que devo eu fazer para me salvar?” Jesus ouviu essa pergunta e respondeu:
“Quando os homens e mulheres perguntarem o que devem fazer para salvarem-se, vós deveis responder-lhes: Acreditar neste evangelho do Reino; aceitar o perdão divino. Reconhecer, pela fé, o espírito residente de Deus, cuja aceitação faz de vós um filho de Deus. Não lestes nas escrituras onde diz: ‘No Senhor tenho a retidão e a força’? E também onde o Pai diz: ‘A minha retidão está próxima; a minha salvação já se manifestou, e os meus braços envolverão o meu povo’. ‘A minha alma estará em júbilo no amor do meu Deus, pois Ele agasalhou-me com as vestes da salvação e cobriu-me com o manto da Sua retidão’. Acaso não lestes também sobre o Pai, que o Seu nome ‘será chamado o Senhor da nossa retidão’? ‘Retirai as vestes sujas daquele que só a si considera virtuoso, e vesti esse meu filho com o manto da retidão divina e da eterna salvação’. Para sempre é verdade que ‘o justo viverá na fé’. A entrada no Reino do Pai é totalmente livre, mas o progresso – o crescimento na graça – é essencial para se continuar no Reino.
“A salvação é dádiva do Pai e é revelada pelos seus Filhos. A aceitação pela fé, da vossa parte, faz com que compartilheis da natureza divina, como um filho ou uma filha de Deus. Pela fé sois justificados; pela fé sois salvos; e por essa mesma fé avançais eternamente no caminho da perfeição progressiva e divina. Pela fé Abraão foi justificado; e tornou-se sabedor da salvação por meio dos ensinamentos de Melquisedeque. Em todas as épocas, essa mesma fé salvou os filhos dos homens, mas agora um filho veio do Pai para fazer com que a salvação fique mais real e aceitável”.
Quando Jesus terminou de falar, havia um grande júbilo entre aqueles que haviam ouvido essas palavras cheias de graça e, nos dias que se seguiram, todos foram proclamar o evangelho do Reino com força nova e com energia e entusiasmo renovados. E as mulheres encheram-se de júbilo ainda mais ao saberem que estavam incluídas nesses planos para o estabelecimento do Reino na Terra.
Resumindo essa afirmação final, Jesus disse: “Não podeis comprar a salvação; não podeis adquirir a retidão. A salvação é uma dádiva de Deus, e a retidão é o fruto natural da vida que nasce da filiação ao Reino. Não sereis salvos porque viveis uma vida na retidão; antes deveis viver uma vida na retidão porque já fostes salvos, porque reconhecestes a filiação como uma dádiva de Deus e o serviço no Reino como a suprema delícia da vida na Terra. Quando os homens acreditam neste evangelho, que é uma revelação da bondade de Deus, eles se conduzirão voluntariamente ao arrependimento, de todos os pecados conhecidos. A compreensão da filiação é incompatível com o desejo de pecar. Os crentes do Reino têm fome de retidão e sede da perfeição divina”.

6. AS LIÇÕES DA NOITE
Nas argumentações noturnas, Jesus falou sobre muitas questões. Durante o restante dessa viagem – antes de reunirem-se todos em Nazaré – ele examinou “O Amor de Deus”, “Sonhos e Visões”, “Malícia”, “Humildade e Brandura”, “Coragem e Lealdade”, “Música e Adoração”, “Serviço e Obediência”, “Orgulho e Presunção”, “Perdão em Relação ao Arrependimento”, “Paz e Perfeição”, “Maledicência e Inveja”, “Mal, Pecado e Tentação”, “Dúvidas e Descrença”, “Sabedoria e Adoração”. Os apóstolos mais antigos estando longe, os grupos mais recentes de homens e de mulheres entraram mais livremente nas conversas com o Mestre.
Depois de passar dois ou três dias com um grupo de doze evangelistas, Jesus ia juntar-se a outro grupo, sendo informado sobre os locais de permanência e sobre os movimentos de todos esses trabalhadores por intermédio dos mensageiros de Davi. Sendo essa a sua primeira viagem, as mulheres permaneceram grande parte do tempo com Jesus. Por intermédio do serviço dos mensageiros, cada um desses grupos era mantido totalmente informado a respeito do progresso da viagem; e receber novas sobre os outros grupos era sempre uma fonte de encorajamento para esses trabalhadores espalhados e isolados.
Antes da sua separação ficou marcado e arranjado para os doze apóstolos, junto com os evangelistas e o grupo das mulheres, encontrarem-se em Nazaré para reunir-se com o Mestre, na sexta-feira, 4 de março. E assim, por volta do momento certo, de todas as partes do centro e do sul da Galiléia, esses vários grupos de apóstolos e de evangelistas começaram a viajar para Nazaré. Por volta do meio da tarde, André e Pedro, os últimos a chegar, estavam alcançando o acampamento preparado por aqueles que chegaram cedo, situado nas colinas ao norte da cidade. E esta era a primeira vez que Jesus visitava Nazaré, desde o começo da sua ministração pública.
7. A PERMANÊNCIA EM NAZARÉ
Nessa sexta-feira à tarde, Jesus caminhou pela cidade de Nazaré sem ser observado nem reconhecido. Passou pela casa da sua infância e pela oficina de carpinteiro e permaneceu cerca de meia hora na colina em que tanto gostava de estar quando era menino. Desde o dia do seu batismo, feito por João no Jordão, o Filho do Homem não tinha um tal fluxo de emoção humana mexendo com a sua alma. Enquanto descia a montanha, ele ouviu os sons familiares da trombeta anunciando o pôr-do-sol, exatamente como havia tantas e tantas vezes ouvido quando era um menino crescendo em Nazaré. Antes de retornar ao acampamento, Jesus caminhou até a sinagoga em cuja escola havia estudado; e então permitiu à sua mente muitas reminiscências dos dias da sua infância. Naquele dia, bem cedo, Jesus havia enviado Tomé para acertar, com o dirigente da sinagoga, a pregação para Jesus no serviço do sábado, pela manhã.
O povo de Nazaré nunca teve a reputação de ser pio, nem de ser reto no seu modo de viver. Com o passar dos anos, essa aldeia tornou-se cada vez mais contaminada pelos padrões morais baixos da vizinha Séforis. Durante a adolescência e a juventude de Jesus, muita divisão nas opiniões sobre ele acontecera em Nazaré; houve muito ressentimento quando ele mudou-se para Cafarnaum. Os habitantes de Nazaré tanto ouviram sobre as obras do seu antigo carpinteiro, que ficaram ofendidos porque ele nunca havia incluído a sua própria aldeia de nascimento em qualquer das viagens anteriores de pregação. Haviam de fato ouvido sobre a celebridade de Jesus, mas a maioria dos cidadãos estava zangada porque ele não tinha feito nenhum dos seus grandes trabalhos na cidade da sua juventude. Durante meses o povo de Nazaré discutiu muito sobre Jesus, mas as suas opiniões, em geral, eram desfavoráveis para com ele.
Assim, o Mestre encontrou-se em meio, não a uma recepção de boas-vindas à casa paterna, mas decididamente em meio a uma atmosfera hostil e de muita crítica. Mas isso não era tudo. Os seus inimigos, sabendo que devia passar esse dia de sábado em Nazaré e supondo que ele iria falar na sinagoga, haviam contratado um bom número de homens grosseiros e rudes para fustigá-lo e para criarem complicações de todos os modos possíveis.
Os amigos mais idosos de Jesus, na maior parte, incluindo o chazam já caduco, que havia sido o professor da sua infância, eram falecidos ou já haviam deixado Nazaré, e a geração mais jovem estava predisposta a se ressentir da sua celebridade, com muito ciúme. Eles não se lembravam da sua devoção à família do seu pai, e eram amargos nas suas críticas por causa da negligência dele em visitar o seu irmão e irmãs casadas que viviam em Nazaré. A atitude da família de Jesus para com ele gerava também uma tendência de fazer aumentar esse sentimento indelicado dos habitantes da cidade. Os ortodoxos, entre os judeus, tinham a presunção de até mesmo criticar Jesus por ele haver caminhado muito depressa na direção da sinagoga, nessa manhã de sábado.
8. O SERVIÇO DO SÁBADO
Esse sábado foi um lindo dia, e toda a Nazaré, amiga e inimiga, apareceu para ouvir esse antigo cidadão da aldeia falando na sinagoga. Muitos, da comitiva apostólica, tiveram de permanecer do lado de fora da sinagoga; não havia lugar para todos que haviam vindo para ouvi-lo. Quando ainda jovem, Jesus havia, muitas vezes, tido a palavra nesse lugar de adoração; e, nessa manhã, quando o dirigente da sinagoga passou a ele o rolo das escrituras sagradas, de onde leria a lição da escritura, nenhum dos presentes parecia lembrar-se de ser esse o mesmo manuscrito com o qual ele havia presenteado a essa sinagoga.
Os serviços nesse dia foram conduzidos exatamente como, quando ainda menino, Jesus assistira a eles. Ele subiu no estrado dos oradores, com o dirigente da sinagoga, e o serviço teve início com a recitação de duas orações: “Abençoado é o Senhor, Rei do mundo, que forma a luz e que cria as trevas, O qual faz a paz e cria tudo; que, na misericórdia, dá luz à Terra e àqueles que residem nela e que, na Sua bondade, dia após dia, e todos os dias, renova as obras da criação. Abençoado é o Senhor nosso Deus, para a glória das obras da Sua mão e pela luz que ilumina e que Ele criou para o Seu louvor. Selá. Abençoado é o Senhor nosso Deus, que criou as luzes”.
Depois de um momento de pausa eles oraram novamente: “Com um grande amor, o Senhor nosso Deus nos amou e, com uma piedade transbordante, Ele teve piedade de nós, nosso Pai e nosso Rei, em nome dos nossos pais que confiaram Nele. Vós ensinastes a eles os estatutos da vida; tende misericórdia de nós e ensinai-nos. Esclarecei os nossos olhos para a lei; levai os nossos corações a aderir aos Vossos mandamentos; uni os nossos corações para amar e temer o Vosso nome, e nós não seremos expostos à vergonha neste mundo sem fim. Pois sois um Deus que prepara a salvação, e a nós escolhestes, entre todas as nações e línguas, e na verdade Vós nos trouxestes para perto do Vosso grande nome – selá –, para que possamos louvar a Vossa unidade com amor. Abençoado é o Senhor, que no amor escolheu o seu povo em Israel”.
A congregação recitou então o Shema, o credo da fé judaica. Esse ritual consistia em repetir inúmeras passagens da lei e indicava que os adoradores tomavam a si o jugo do Reino do céu, e também o jugo dos mandamentos, como aplicados ao dia e à noite.
E então se seguiu a terceira oração: “Verdade é que tu és Yavé, o nosso Deus e o Deus dos nossos pais; o nosso Rei e o Rei dos nossos pais; o nosso Salvador e o Salvador dos nossos pais; o nosso Criador e o rochedo da nossa salvação; a nossa Ajuda e o nosso Libertador. O Vosso nome é o do eterno, e não há Deus além de Vós. Uma nova canção os libertados fizeram em Vosso nome, à beira do mar; e, juntos, todos Vos louvaram e reconheceram-Vos como Rei e dizem: Yavé reinará nesse mundo sem fim. Abençoado é o Senhor que salva Israel”.
O dirigente da sinagoga então ocupou o seu lugar diante da arca, ou cofre, contendo as escrituras sagradas e começou a recitar as dezenove orações do eucológio, ou as bendições. Mas, nessa ocasião, era desejável encurtar o serviço para que o ilustre convidado pudesse ter mais tempo para pregar; desse modo, apenas a primeira e a última das bendições foram recitadas. A primeira foi: “Abençoado é o Senhor nosso Deus, e o Deus dos nossos pais, o Deus de Abraão, e o Deus de Isaac, e o Deus de Jacó; o grande, o poderoso e o terrível Deus, que demonstra misericórdia e bondade, que cria todas as coisas, que lembra as promessas graciosas dos pais e que traz um salvador para os filhos dos seus filhos e, na causa do próprio nome, no amor. Ó Rei, nossa ajuda, salvação e proteção! Abençoado sois Vós, ó Yavé, escudo protetor de Abraão”.
Então se seguiu a última bendição: “Ó, concedei ao Vosso povo de Israel uma grande paz para sempre, pois Vós sois o Rei e o Senhor de toda a paz. E é bom aos Vossos olhos abençoar Israel em todos os tempos e a toda hora com a paz. Abençoado sois Vós, Yavé, que abençoais o povo de Israel com a paz”. A assembléia não olhava para o dirigente quando ele recitava as bendições. Em seguida às bendições ele ofereceu uma prece informal adequada para a ocasião e, quando esta foi concluída, todos juntos disseram amém.
Nesse momento o chazam foi até a arca e trouxe o rolo, que passou a Jesus, para que ele pudesse ler a lição da escritura. Era costume chamar sete pessoas para ler nunca menos do que três versos da lei, mas essa prática foi posta de lado, nessa ocasião em que o visitante poderia ler a lição da sua própria escolha. Jesus, tomando o rolo, levantou-o e começou a ler no Deuteronômio: “Pois este mandamento que eu vos dou neste dia não está oculto para vós, nem distante de vós. Não está no céu, de modo que vós possais dizer quem irá até o céu lá em cima, em nosso nome, para trazê-lo até aqui até nós, de modo que possamos ouvi-lo e cumpri-lo? Nem está mais longe do que o mar, para que possais dizer quem irá até o mar trazer o mandamento até nós, para que possamos ouvi-lo e cumpri-lo? Não, a palavra da vida está muito perto de vós, está mesmo na vossa presença e no vosso coração, para que possais conhecê-la e obedecê-la”.
E, depois de parar de ler a palavra da lei, ele procurou Isaías e começou a ler: “O espírito do Senhor está em mim porque Ele ungiu-me para pregar as boas-novas aos pobres. Ele enviou-me, para proclamar a liberdade aos cativos e a recuperação da vista aos cegos, para colocar em liberdade os que estão feridos e proclamar o ano das boas-vindas ao Senhor”.
Jesus fechou o livro e, depois de entregá-lo de volta ao dirigente da sinagoga, sentou-se e começou a pregação ao povo. Começou por dizer: “Hoje estas escrituras estão cumpridas”. E então Jesus falou durante quase quinze minutos sobre “Os Filhos e Filhas de Deus”. Muitas, dentre aquelas pessoas, ficaram contentes com o que ouviram, e maravilharam-se com a graça e a sabedoria de Jesus.
Era hábito, na sinagoga, depois da conclusão do serviço formal, que o orador permanecesse lá, de modo que aqueles que estivessem interessados pudessem fazer-lhe perguntas. E, desse modo, nessa manhã de sábado, Jesus desceu até a multidão que se comprimia na frente para fazer perguntas. E entre eles estavam muitos indivíduos agitadores cujas mentes estavam voltadas para a injúria e, em meio a essa multidão, circulavam aqueles homens de baixo calão, que tinham sido contratados para criar problemas para Jesus. Muitos dos discípulos e dos evangelistas, que haviam permanecido fora, estavam agora sendo comprimidos para dentro da sinagoga e logo se aperceberam de que aconteceriam complicações. Eles procuraram tirar o Mestre dali, mas Jesus não quis ir com eles.

9. A REJEIÇÃO DE NAZARÉ
Jesus viu-se cercado, na sinagoga, por uma grande multidão de inimigos seus misturados a uns poucos dentre os seus próprios seguidores e, em resposta às perguntas grosseiras e, aos escárnios sinistros, ele replicou, não sem uma leve ponta de humor: “Sim, sou o filho de José; sou o carpinteiro, e não estou surpreso de que me fazeis lembrar do provérbio ‘médico, cura a ti mesmo’, e que vós me desafiais a fazer em Nazaré o que ouvistes que fiz em Cafarnaum; mas eu vos convoco a testemunhar que até mesmo as escrituras declaram que ‘um profeta pode ter honrarias, mas não na sua própria terra, nem entre os do seu próprio povo’ ”.
Mas eles o acotovelaram e, apontando-lhe dedos acusadores, disseram: “Achas que és melhor que o povo de Nazaré; tu te afastaste de nós, mas o teu irmão é um trabalhador comum, e as tuas irmãs ainda vivem entre nós. Conhecemos a tua mãe, Maria. Onde estão eles hoje? Ouvimos coisas importantes sobre ti, mas percebemos que não fazes nenhum prodígio quando voltas aqui”. Jesus respondeu a eles: “Eu amo o povo que reside na cidade onde eu cresci; e eu me rejubilaria de ver todos vós entrando no Reino do céu, mas não sou eu quem determina as obras de Deus. As transformações feitas pela graça vêm em resposta à fé viva daqueles que são os seus beneficiários”.
Jesus teria controlado, com benevolência, a multidão e teria efetivamente desarmado até aos inimigos violentos, não fosse por um erro tático de um dos seus próprios apóstolos, Simão zelote, que, com a ajuda de Nahor, um dos evangelistas mais jovens, nesse meio tempo, havia reunido um grupo de amigos de Jesus no meio da multidão e, assumindo uma atitude beligerante, havia notificado aos inimigos do Mestre para irem-se dali. Jesus havia, muitas vezes, ensinado aos apóstolos que uma resposta suave afasta a ira, mas os seus seguidores não estavam acostumados a ver o seu amado instrutor, a quem com tão boa vontade chamavam de Mestre, ser tratado com tanta descortesia e desdém. Era demais para eles; e, então, se viram dando vazão a ressentimentos apaixonados e veementes, todos os quais apenas serviam para alevantar os ânimos da multidão, nesse ajuntamento malsão e rude. E assim, sob a liderança dos mercenários, esses rufiões apoderaram-se de Jesus e empurraram-no para fora da sinagoga, até a beira de um precipício, em uma colina próxima, onde eles tinham a intenção de empurrá-lo da borda, para que morresse na queda. Mas no momento em que estavam para dar-lhe o empurrão beirada íngreme abaixo, Jesus voltou-se subitamente para os seus captores e, encarando-os, calmamente dobrou os braços. Ele nada disse, mas os seus amigos ficaram mais do que atônitos quando, à medida que ele andava para a frente, a multidão abria-se e permitia que ele passasse sem ser molestado.
Jesus, seguido dos seus discípulos, rumou para o acampamento, onde tudo isso foi contado a todos. E eles aprontaram-se, naquela noite, para voltar para Cafarnaum, bem cedo na manhã seguinte, como mandado por Jesus. Esse final turbulento da terceira viagem pública de pregação teve um efeito de moderação sobre todos os seguidores de Jesus. Eles começavam a compreender o significado de alguns dos ensinamentos do Mestre; e despertavam-se para o fato de que o Reino viria somente após muita tristeza e desapontamentos amargos.
Deixaram Nazaré nesse domingo pela manhã e, viajando por estradas diferentes, todos finalmente se reuniram em Betsaida, ao meio-dia, na quinta-feira, 10 de março. Reuniram-se mais como um grupo moderado, sério e sem ilusões, de pregadores do evangelho da verdade e não como um bando de cruzados entusiasmados e triunfantes, que a tudo quisesse conquistar.

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ORAÇÃO AO GRANDE ESPIRITO

Oh! Grande Espírito, que criou tudo antes e que reside em cada objeto, em cada pessoa e em todos os lugares, nós acreditamos em Ti. Nós Te invocamos dos mais distantes lugares para nossa presente consciência. Oh! Grande Espírito do Norte, que dá asas às águas do ar e rola a grossa tempestade de neve antes de Ti. Tu, que cobres a Terra com um brilhante tapete de cristal, principalmente onde a profunda tranquilidade de cada som é maravilhosa. Tempera-nos com a força para permanecermos como parte da nevasca; sim, faça-nos agradecidos pela beleza que flui e se aprofunda sobre a quente Terra em seu despertar. Oh! Grande Espírito do Leste, a Terra do Sol Nascente. Tu que seguras em Tua mão direita os anos de nossas vidas e em Tua mão esquerda as oportunidades de cada dia. Sustenta-nos para que não esqueçamos nossas oportunidades, nem percamos em preguiça as esperanças de cada dia e as esperanças de todos os anos. Oh! Grande Espírito do Sul, cujo quente hálito de compaixão derrete o gelo que circunda nossos corações, cuja fragrância fala de distantes dias de primaveras e verões, dissolve nossos medos, transmuta nossas aversões, acenda nosso amor em chamas de verdade e existentes realidades. Ensina-nos que aquele que é forte é também gentil; que aquele que é sábio tempera justiça com piedade; e aquele que é um verdadeiro guerreiro combina coragem com compaixão. Oh! Grande Espírito do Oeste, a Terra do Sol poente, com Tuas elevadas e livres montanhas, profundas e extensas pradarias, abençoam-nos com a sabedoria da paz que segue a contenção e a liberdade de quem vive como túnica flutuante nas asas da vida bem - disciplinada. Ensina-nos que o fim é melhor que o começo e que o por do sol não glorifica nada em vão. Oh! Grande Espírito dos Céus, em dias de infinito azul e misturado às infindáveis estrelas da noite de cada estação, lembra-nos o quanto és imenso e bonito e majestoso além de todo o nosso conhecimento ou saber, mas que também não estás tão longe de nós, quanto o mais alto de nossas cabeças ou o mais baixo de nossos olhos. Oh! Grande Espírito da Mãe Terra sob nossos pés; Mestra dos metais; Germinadora das sementes e Celeiro de ocultos recursos da Terra, ajuda-nos a dar graças incessantemente pela Tua presente generosidade. Oh! Grande Espírito de nossas almas, que ardes há tempos em nossos corações e em nossas profundas aspirações, fala-nos agora e sempre de tudo que precisamos saber sobre a grandeza e bondade de Teus presentes para a vida, para sermos orgulhosos do inestimável privilégio de viver.

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PRECE SILENCIOSA



A oração Silenciosa é um reconhecimento de Tudo O Que É.
Nesta oração eu sei que tudo que eu evoquei foi ouvido pelo espírito e que me foi dado tudo aquilo que pedi.

É um reconhecimento de que minha alma é completa no amor e na graça de Deus.

É um reconhecimento de meu total estado de perfeição e de Ser. Tudo aquilo que desejo, tudo o que quero co-criar, já esta dentro de minha realidade.

Eu a chamo de Prece Silenciosa porque sei que meu ser já está realizado.
Não há necessidade de pedir nada ao espírito, porque tudo já lhe foi dado.

Em meu coração, eu aceito meu Ser Perfeito.
Eu aceito que a alegria que eu quis já esta em minha vida.

Eu aceito que o amor que rezei por ter já está dentro de mim.
Eu aceito que a paz que pedi já faz parte de minha realidade.

Eu aceito que a abundância que procurei já preenche minha vida.
Em minha verdade, eu aceito meu Ser Perfeito.
Eu assumo responsabilidade por minhas próprias criações,
E todas as coisas que estão dentro de minha vida.

Eu reconheço o poder do espírito que está dentro de mim, e sei que todas as coisas são como devem ser.

Em minha sabedoria, eu aceito meu Ser Perfeito.
Minhas lições foram cuidadosamente escolhidas por mim mesmo, e agora eu caminho por elas em completa experiência.

Meu caminho me leva em uma jornada sagrada com propósito divino.

Minhas experiências se tornam parte de tudo que há.

Em meu conhecimento, eu aceito meu Ser Perfeito.

Neste momento, eu me sento em minha cadeira de ouro e sei que sou um anjo de luz.

Eu olho sobre a bandeja dourada- o presente do Espírito e sei que todos os meus desejos já foram realizados em amor por mim mesmo, eu aceito meu Ser Perfeito.

Não faço julgamentos nem ponho fardos sobre mim mesmo.

Eu aceito que tudo em meu passado foi dado em amor.

Eu aceito que tudo neste momento vem do amor.
Eu aceito que tudo no meu futuro resultará sempre em amor maior.

Em meu ser, eu aceito minha perfeição.

E assim é

Arcanjo Miguel


CONSAGRAÇÃO AO ARCANJO MIGUEL

Eu me visto com a proteção do Arcanjo Miguel e desua Legião Angélica


Eu me visto com sua armadura de Luz e recordo-me,aqui e agora, que EU SOU UM SER DIVINO , Filho de Deus , e tenho ao meu dispor a fé e a fortaleza de Miguel para combater o bom combate contra ataques físicos e espirituais que procedem dos inimigos da Luz.

Eu me protejo com a Espada de Luz do Arcanjo Miguel e com ela corto todos os laços que querem me prender ao desespero, a depressão, ao desânimo , a doença , ao desemprego , ao sofrimento , a perseguições...(coloque aqui o que desejar combater).

Eu me renovo com a Luz Azul - Dourada do Arcanjo Miguel e me purifico com o poder da fé e da alegria que provém de seu amparo.

Eu, na condição de TRABALHADOR DA LUZ , me consagro hoje ao poderoso Arcanjo Miguel e com fé, confio em sua proteção e orientação espiritual todos os dias de minha vida.

Que as bençãos de Miguel e seus Anjos de Luz se derramem sobre meus caminhos e de todos os meus irmãos e irmãs que peregrinam na senda do Amor Incondicional e da Paz Divina.

Assim seja, com o Pai, o Filho e a falange do Espírito Santo. Amém!

(consagração ditada pelo Arcanjo Miguel para todos os que querem colocar-se sob sua proteção ).

Oração



A GRANDE INVOCAÇÃO

Do Ponto de Luz na Mente do Pai,
Flua Luz às Mentes dos Homens,
A Luz está na Terra.
Do Ponto de Amor no Coração do Pai,
Flua Amor aos Corações dos Homens,
Cristo está na Terra.
Do Centro onde a vontade do PAI NOSSO é conhecida,
Guie o propósito as pequenas vontades dos homens,
O propósito que os mestres conhecem e a que servem.
Do Centro a que chamamos Raça dos Homens,
Cumpra-se o Plano de AMOR e LUZ,

A LUZ, o AMOR e o PODER restabeleçam o
PLANO DO PAI NA TERRA!
A LUZ, o AMOR e o PODER restabeleçam o
PLANO DO PAI NA TERRA!
A LUZ, o AMOR e o PODER restabeleçam o
PLANO DO PAI NA TERRA!.

ORAÇÃO PELA PAZ NO MUNDO


Há Uma Paz, Um Poder, Uma Presença, que permeia e penetra em todo o Universo.
É uma Força de Deus. É a Fonte de toda a Existência.
Ela está ativa em todas as coisas.
Ela é uma Energia disponível a toda a humanidade e está presente agora, neste exato momento.

Eu compreendo agora que eu sou um pilar da Paz.
Eu sei que eu sou uno com este Poder. Esta Presença Gloriosa é o alicerce do meu ser.
Esta Energia Cósmica flui através de mim e me conecta com toda a Humanidade.

Eu escolho agora usar este imenso poder da minha mente para criar um mundo digno de todos nós.
Eu dirijo os meus pensamentos em direção à Paz, ao Amor, à Cooperação e eu posso ver todas as pessoas do mundo, unidas em uma Celebração Jubilosa da Vida.
Esta energia que eu libero, transforma este momento e toda a eternidade. As gerações que vierem, serão abençoadas com um mundo baseado na Paz.
Pois eu sei agora que a Paz começa comigo e é o legado legítimo para as Humanidades.
Um legado que eu vivo diariamente com todos os meus pensamentos, palavras e ações.

A Paz está aqui agora!
A Paz está aqui para sempre!

Eu agradeço por este momento sagrado de Paz. Eu agradeço por uma eternidade de Paz.
Eu agradeço pela minha família global que vive na Paz.
Eu agradeço pelos laços de amor que nos unem com força e coragem para criar o mundo dos nossos sonhos.

Um Mundo de Paz.

Um Mundo Amoroso.

Um Mundo Pleno de Infinitas Possibilidades.

Eu sou Uno com toda a Existência.
Eu sou Uno com a Fonte da própria Vida.
Eu sou Uno com a Presença da Paz e compartilho estas bênçãos com todo o mundo.

Eu sei que as minhas palavras são cheias de Verdade e de Poder e eu as libero à Lei Universal da Vida.
Eu sei que como eu o disse, assim será.

E assim é.

Paz. Paz. Paz.
Amém.

ORAÇÃO DIÁRIA DO GUARDIÃO DA CHAMA

ORAÇÃO DIÁRIA DO GUARDIÃO DA CHAMA

Uma chama é Ativa.
Uma Chama é Vital
Uma Chama é Eterna.

EU SOU uma Chama Divina de amor radiante
Que emana do Coração de Deus.

No Grande Sol Central
E desce do Mestre da vida!

O meu ser transborda agora com a suma Consciência Divina e a Percepção Solar dos bem-amados Hélios e Vesta.

Peregrino na Terra, avanço cada dia pelo caminho da Vitória dos Mestres Ascensos que me conduz à liberdade eterna pelo poder do fogo sagrado hoje e sempre, manifestando-se continuamente nos meus pensamentos, sentimentos e percepções, transcendendo e transmutando, todos os elementos terrenos nos meus quatro corpos inferiores e libertando-me, pelo poder do fogo sagrado,

Desses focos de energia corrompida, presentes no meu ser.

EU SOU libertado neste instante de tudo o que escraviza pelas correntes da chama divina.

Do próprio fogo sagrado, cujo efeito ascendente faz de mim Deus em Manifestação, Deus em ação, por ele guiado.

Eu Sou um só com Sua consciência!

EU Sou uma chama ativa!

EU Sou uma chama vital!

EU Sou uma chama eterna!

EU Sou uma centelha de fogo em expansão originada no Grande Sol central atraindo a mim agora todos os raios de divina energia de que necessito e que nunca pode ser qualificada pela criação humana e que me inunda da luz e da divina iluminação de mil sóis para que exerça o domínio e seja eternamente a suprema autoridade onde quer que eu esteja!

Onde eu estou, está Deus também.

Para sempre EU SOU um só com Ele intensificando a minha luz com o sorriso do seu esplendor,

A plenitude do Seu Amor a onisciência da Sua Sabedoria, e o poder da sua Vida eterna e o poder da Sua Vida eterna, que automaticamente me leva nas assas vitoriosas da ascensão, que farão regressar ao Coração de Deus do qual eu desci na verdade, para cumprir a sua Vontade e a todos manifestar a vida abundante!

ORAÇÃO PELOS ELEMENTAIS
Em nome da Minha poderosa presença do EU SOU
Vou Curar Milhões de Elementais na Terra

Amada e poderosa Presença do EU SOU, em nome do meu Santo Cristo Pessoal e pelo amor, sabedoria e poder da minha Chama Trina, invoco a ação transmutadora do fogo do meu ser, multiplicado pela Chama Violeta, multiplicada pelo fogo do Grande Sol Central e pelo Magneto do Grande Sol Central!
Invoco esta ação em prol de toda vida elemental, incluindo o meu elemental do corpo e os elementais dos corpos de todas as almas em evolução no planeta Terra.

Peço que a porção da Chama por mim invocada e tudo o que EU SOU possam agora curar milhões e milhões de elementais na Terra!
Decreto que isto aconteça em nome da minha própria Cristicidade, em nome de me tornar o Mestre Ascenso que serei e que já sou, pois a semente está encerrada dentro de si mesma e, a semente da minha poderosa Presença do EU SOU está comigo dentro do meu coração!
Portanto, dedico as porcentagens do fogo da minha corrente de vida permitidas pelos Senhores do Carma, à libertação de toda vida elemental.

Assim o declaro em nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo e da Mãe Divina universal e aceito que isso se manifeste agora mesmo com pleno poder e com a benção dos Senhores do Carma.
Amém!

APELO E ORAÇÃO A SER REALIZADA NO MOMENTO DE CURA



Mestre Jesus Cristo, venho diante de vós, rogar a assistência de tuas sagradas mãos de cura e amor, para que as direcione em favor de ...(nome das pessoas as quais será direcionada a cura).

Que neste momento em suas vidas passam por debilidades em seus corpos de manifestação, nesse plano de re-educação da consciência.

Perdoai-os e curai-os. Pelos medos e escolhas que produziram as moléstias que os afligem nesse instante de suas jornadas.

Perdoai e curai todos os pensamentos desequilibrados que foram gerados em suas mentes,

Perdoai e curai todas as emoções desarmonizadas que foram geradas por seus egos,

Perdoai e curai todas as freqüências mal qualificadas que foram geradas por suas vibrações,

Perdoai e curai todas as suas ações e verbos que foram gerados pelos desequilíbrios de sua manifestação física,

E que produziram todo o mal que se materializou em seus corpos, trazendo as enfermidades e a redução de sua luz interior.

Mestre Jesus Cristo, utilizai-se de nosso amor e das pessoas que juntam-se a nós nesse momento e que entregam a frequência do amor como forma de doação e cura a esses irmãos, que sofrem de seus males nesse instante.

Que o espírito santo e as falanges dos anjos de cura desçam sobre cada uma dessas pessoas e cure e as abençõe.

Agora Mestre Jesus Cristo, que todos se encontram perdoados e curados, que as energias que os agrediam sejam direcionadas para os planos de luz de Deus Pai-Mãe, e lá, sejam requalificados na lei do Amor Uno.

Que vossas sagradas mãos toquem nas profundezas do coração da Humanidade curando-a para a glória de Nosso Senhor.

EU SOU A CURA
EU SOU O AMOR
EU SOU A CURA E O AMOR
CURANDO, CURANDO, CURANDO.

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